domingo, 31 de maio de 2009

Qual Delas?




O meu mai novo tem miaúfa da Cruella. (E os candidatos às Europeias ainda não se pronunciaram sobre isso).




Nuno Costa Santos no Melancómico

O Repouso Dum Valente


Parece que Vasco Pulido Valente terá dito que se estivesse no lugar de Sócrates ia para casa.
Com aquelas patéticas prestações televisivas, eu, se estivesse no lugar de Vasco Pulido Valente, ia para casa.
Talvez até uma casa de repouso!

As Lavagens de Manuela Moura-Guedes


Após ter ficado algo chamuscada, na sequência da discussão com Marinho Pinto, a esposa do Dr.Moniz, certamente bem aconselhada (por Paulo Portas?), resolveu contra-atacar em todas as frentes. E com tácticas diversas.
Nas revistas cor-de-rosa faz o número da “doença” para puxar à lágrima das donas de casa.
Já nos jornais ditos de referência, sempre fazendo de vítima inocente, acusa Sócrates e o PS de perseguição.
O interessante nesta esperteza saloia é que a senhora e seu esposo, durante algum tempo, justificavam a pretensa veracidade das suas mentiras com o facto de não terem sido desmentidas. Quando o primeiro-ministro a processou, aqui d’el-rei que está a ser vítima de perseguição.
Fabuloso critério.
E agora tenta fazer uma lavagem de imagem, multiplicando-se em entrevistas.
Numa coisa tem razão quando diz que tem horror de se ver na televisão.
Concordo em absoluto!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

CAA ou C&A? Coincidência?


Por Coincidência

ontem, no directo ao assunto na rtp-n, onde esteve o nosso garboso galambinha -- embora a sua boa educação o tenha impedido de falar mais de três segundos de seguida devido às interrupções constantes do carlos abreu amorim (joão, tens de aprender a mandá-lo calar) --, o referido caa disse esta coisa extraordinária: 'em política não há coincidências'.

há anos que ando abismada com este tipo de frases. uma vez ouvi a jorge coelho algo como 'em política não há traições' (como quem diz 'em política não há amigos', ou 'em política não há lealdades'). e já ouvi muitas mais destas vácuas e absolutamente estultas frases feitas, que elegem 'a política' como um território em que se aplicarim regras abstrusas e alienígenas e, sobretudo... frases feitas.

caa referia-se à ida de marinho pinto ao jornal da tvi, que no seu entendimento só pode ser interpretado como um serviço do bastonário dos advogados ao primeiro-ministro. caa acha até que marinho pinto foi lá na determinação de 'enxovalhar' manuela moura guedes (tarefa extraordinária), como acha que as críticas do bastonário em relação a uma série de acontecimentos relacionados com o caso freeport só podem ter como justificação favorecer o pm.dentro daquela lógica do 'não há coincidências'. ora bem: o problema desta lógica é que podemos então depreender que o caa defende o contrário do marinho pinto em relação ao caso freeport porque está apostado em atacar o pm e tudo lhe serve, mesmo manobras judiciais e mediáticas que o deixavam à beira do vómito por exemplo no caso maddie. é que, ao contrário de caa, e, por coincidência, marinho pinto é coerente: há anos que ataca esse tipo de manobras judiciais e mediáticas. se calhar, em política não há coerência, nem memória (como também já disse jorge coelho) nem, por vezes, básica decência. mas nisso como no resto a política não é diferente da vida em geral.


f. no Jugular

Sócrates, os Jornalistas e o Eterno retorno


Quando trabalhei no sector automóvel tive oportunidade de conhecer alguns jornalistas.
Lançamento de carros, jantares comemorativos disto e aquilo, viagens ao estrangeiro e outros pretextos que as marcas utilizam para tentar veicular publicidade para as suas viaturas.
Foi assim que, entre muitos outros, conheci, embora muito superficialmente, Camilo Lourenço, José Eduardo Moniz e José Manuel Fernandes.
E nunca gostei do que vi.
Tive oportunidade de, internamente, referir que não gostava da promiscuidade havida com a gestão, nomeadamente as Direcções-Gerais/ Administrações e as áreas de Relações Públicas.
Então quando se tratava de jornalistas implicados na eleição do carro internacional do ano, era a bajulação total.
Ao ponto de uma vez, após a morte do jornalista em questão, se ter “descoberto” que o senhor tinha um carro “emprestadado” e a família nem sabia – ou fingiu não saber.
E as criticas ao tratamento dado pelas marcas: só apreciavam (se é que apreciavam) os melhores hotéis e restaurantes e quanto a prendas, estamos conversados.
Então para o cabrito do Natal era um ver se te avias!
Tudo isto a propósito da promiscuidade entre jornalistas, gestores e políticos.
É que depois, como diz o ditado, dão-lhe a mão e eles tomam logo o pé.
Foi esse também o drama de Sócrates.
Durante anos serviu-se deles.
E agora tem o retorno.
Será que vai ser eterno?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Obama No Nukes


António Jorge Gonçalves

Eduquem os Adultos Primeiro


O tema da distribuição de preservativos nas escolas só é polémico porque ainda há quem não se queira habituar à ideia de que crianças e jovens não são marionetas dos pais: têm uma identidade autónoma e direitos específicos. As sucessivas sentenças judiciais em que “o superior interesse da criança” é tomado como sinónimo de “os caprichos dos pais biológicos” , decretando que as crianças sejam levadas à força para longe dos que as criaram e amaram, só reforçam esta ideia boçal…

Inês Pedrosa no “Expresso”

Estreia Na Cornucópia - Com Rita Durão


Para Paulo Portas Ler...Como Se Ele Não Soubesse Muito Bem!


O Papel dos Bancos Centrais Depois do BCE

Há quem saiba da minha preocupação sobre o novo papel do Banco de Portugal depois da adesão à moeda continental e da criação do BCE. Apenas a Banque de France tentou a devido tempo reflectir sobre essa nova realidade. Mas os países europeus em geral só agora despertam para a questão graças à crise financeira internacional. Assim só esta semana a Comissão Europeia endossou um relatório do ex-director do FMI Jacques Larosière no qual se propõe novas competências de supervisão e de regulação bancária para os bancos centrais nacionais. Até há pouco tempo quem sugerisse essa intervenção preventiva dos poderes públicos seria encarado como alguém que atentava contra a segurança da globalização...


Medeiros Ferreira no Bicho Carpinteiro

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Rangel Na Boca do Lobo


Paulo Rangel não podia ter escolhido melhor sítio para uma apresentação pública do seu livro, O Estado do Estado. Nem poderia ter encontrado palco mais adequado para expor os seus dotes de vidente, corporizados em tiradas como «o estado centralista está em crise profunda». A escolha da Madeira, sede da economia mais ferozmente estatizada, da sociedade civil mais arregimentada, do Estado mais tentacular e asfixiante, é mesmo o retrato perfeito da tal política de verdade. Critiquem, mas de olhos fechados ao que vos rodeia – eis a mensagem de Rangel nesta singela cerimónia.E o fabuloso jornal detido a 99% pelo governo regional do soba insular é mesmo o porta-voz perfeito para um tal episódio esquizóide.

Luis Rainha no Blogue de Esquerda

Um Assunto de Estado


Nada disso. Não é assim tão importante.
Afinal é SÓ um assunto de ...Conselho da Estado.
Faz bem Cavaco em manter o estado de coisas.
É bom para a sua recandidatura!

Tirar as Dúvidas


Manuela Moura Guedes, na sexta-feira à noite, vai saltar em cima de Oliveira e Costa ou de Dias Loureiro?
Esta a dúvida de Tomás Vasques no Hoje Há Conquilhas...
Se me permite, discordo profundamente.
Manuela Moura Guedes, que não brinca em serviço, irá saltar em cima de...Sócrates.
Óbviamente!

Quem É Amigo,Quem "i" é?


O jornal ao sábado tem 64 páginas.
Contido no número de notícias.
Terá já prescindido de artigos que encomendou a terceiros.
Esquemático, fotográfico, infográfico.
E, no entanto, vai dar duas páginas, duas preciosíssimas páginas, ao nosso Popper de trazer por casa.
Corrido há pouco do Expresso.
Nem o Público o aproveitou apesar das "afinidades" com Fernandes.
Páginas densas, maçudas, auto-elogiosas como sempre.
Para serem lidas por amigos e…alunos..
Martim, entre o Espada e a inutilidade!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Os Velhos do Restelo Atacam de Novo...


Procedimentos

Sempre me habituei a ler as crónicas de António Barreto com muito interesse e respeito, por longos anos de opiniões descomprometidas e, quanto a mim, certeiras e honestas, como setas em alvos, e muitas vezes incómodas.

De há algum tempo para cá tem assumido um estilo semelhante a Medina Carreira, ou seja está tudo mal, tudo horrível, nada tem conserto.

Particularmente a última crónica que publicou no Público deixou-me tão desconfortável, tão espantada pelo arrazoado de opiniões desconexas, desfasadas e ultrapassadas, numa tal cegueira e em contradição com o que já defendera, que nem sei o que pensar.

Os manuais de procedimentos têm vantagens e desvantagens, que podem ser transformadas em ridículo sempre que se queira. Mas são feitos para que haja uniformidade nos procedimentos, para que as normas sejam idênticas e cumpridas da mesma forma por toda a gente. É um dos objectivos de quem está perante uma prova, ter as informações o mais detalhadas possível, todos perante as mesmas circunstâncias. Em qualquer laboratório são essas normas e esses manuais que garantem que todos procedam seguindo os mesmos rigorosos critérios, permitindo resultados fiáveis e reprodutíveis.

Quanto à forma como António Barreto se refere aos professores e à sua cruz diária, à dificuldade do ano e ao autoritarismo da Ministra, foi a melhor maneira de deitar para o lixo qualquer hipótese de reforma que contrarie o poder instalado na escola pública, fantástica que estava e tem estado nestes últimos 30 anos, em rigor, exigência, disciplina, etc.

A crónica de António Barreto demonstra, mais uma vez, que alguém que se queira importar e lutar para mudar qualquer coisa., tem a total incompreensão de todos, mesmo de quem sempre defendeu precisamente o caminho de maior exigência e melhor trabalho nas escolas.

Foram feitos erros, sem dúvida, mas assistimos, nesta legislatura, a uma honesta tentativa de exigir mais e melhor da escola, talvez a única desde o 25 de Abril.


Sofia Loureiro dos Santos no Defender o Quadrado

Educando Rui


Aqui há dias numa televisão Rui Tavares, Emídio Rangel e CAA, o desconhecido que tanto labutou na blogosfera que conseguiu uma coluna no Correio da Manhã e um púlpito na TV.
E foi confrangedor ver Rui Tavares rendido à “realpolitik”.
Como ele defendia o “aproveitamento politico” como sendo “a política”.
É mesmo assim, não há volta a dar-lhe, pragmatismo acima de tudo.
Como Rui se modificou, agora que é candidato pelo Bloco de Esquerda.
Depois da História, o doutoramento em (Pequena) Política.

Em Portugal Um Exemplo Bem Público...


...como se safa o Fernandes!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Notícias da Campanha




Livrem-nos Da Nova Era!


Paulo Rangel terá dito que se o PSD ganhar começa uma Nova Era.
Atendendo a que Nuno Markl, no Expresso, associa Manuela Ferreira Leite a "uma fusão entre Cruella de Vil, Ming o impiedoso e uma avó" está bem de ver.
Será uma Nova Era de Trevas!

Troca- Farinhas e Troca-Tintas


O ministro Pinho deveria remeter-se à sua qualidade de “gestor”.
Quando faz uma incursão na “política” é sempre com piadas fáceis que, geralmente, se viram contra si próprio.
Está visto que, para isso, não tem jeito nem “curriculum”.
Desta vez até as farinhas trocou.
A Maizena, segundo li, num recente e oportuno anúncio, não servirá para papas engorda-bébes.
É componente na confecção de bolos, sobremesas e molhos.
Quereria referir-se à velha farinha Predilecta, aquela que é para a avó, para a neta e também para o atleta.
Ou ainda para a velhíssima farinha Amparo.
Essa sim terá sido a papa engordou Rangel.
E, ao mesmo tempo, à semelhança dos maus condutores, de quem se diz terem tirado a carta de condução como brinde da farinha Amparo, assim Rangel lá terá encontrado a sua carreira politica,"chicanês" de primeira água,velha e relha, bem ao estilo da primeira República.
Um "must" para as "madrinhas "Avillez!

domingo, 24 de maio de 2009

Os preservativos de António Jorge Gonçalves


Reflexão Dominical - Convém não Esquecer (II)


Marinho Pinto diz que se deu como “provada” a existência de tortura de Leonor Cipriano, que “lembra os piores tempos da ditadura fascista e do Estado Novo”, que “lembra os piores tempos da humanidade no séc. XX haver tortura a cidadãos arguidos presos sem a presença de advogados”.

Marinho Pinto diz que o Conselho Superior da Magistratura pode “alimentar um clima de xenofobia que já começa a existir na sociedade portuguesa” quando sustenta que os estrangeiros cometem “crimes em série” em Portugal.

Marinho Pinto diz existirem “indícios de que alguns advogados ou alguns escritórios são quase especialistas em ajudar certos clientes a praticar determinado tipo de delitos, sobretudo na área do delito económico”.

Marinho Pinto diz que é grave polícias terem pedido a militantes partidários para escreverem uma carta “anónima” contra José Sócrates.

Marinho Pinto diz que Manuela Moura Guedes “viola sistematicamente o código deontológico da sua profissão se é que o conhece”.

Estas afirmações são realmente incómodas e compreende-se que causem um coro de protestos contra o bastonário da Ordem dos Advogados, mas têm uma outra característica: são todas verdadeiras…

Reflexão Dominical - Convém não esquecer


É intolerável que o director-geral de uma estação, 'último responsável pela informação', faça, ele próprio, considerações insidiosas sobre um primeiro-ministro, queixando-se, a seguir, de que 'querem condicionar o exercício do jornalismo'. Será que Moniz não vê o ‘Jornal Nacional de Sexta-feira’? Pode eventualmente haver o desejo de condicionar o livre exercício do jornalismo, mas se há, ironia das ironias, isso só pode ser propósito de um colaborador da TVI, o ministro Augusto Santos Silva. Mas que fique bem claro, o referido é um espaço onde, por regra, se desrespeitam os códigos profissionais do jornalismo: há um desprezo sistemático pelo exercício do contraditório, há ‘notícias plantadas’ que são infâmias embrulhadas como factos provados. Aquele espaço, em muitas circunstâncias, faz mais lembrar ‘O Cabaret da Coxa’, tantos são os atropelos jornalísticas que nele se praticam, ao tentar impor um modelo sensacionalista, tendencioso e de mau gosto.

Emídio Rangel na crónica O Cabaret da Coxa no Correio da Manhã

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O Sector Automóvel


O sector automóvel foi um daqueles em que as “conquistas de Abri” mais longe foram.
Assim sendo há dezenas de anos que está comprometida a sua produtividade.
Os Sindicatos há muito se mantém irredutíveis na defesa dessas conquistas não permitindo uma revisão séria do Contrato Colectivo.
A Associação Patronal faz que anda mas não anda.
Contemporiza demasiado e representa realidades cujos interessas se mostram difíceis de conciliar.
E o processo negocial com “n” sindicatos em “n” mesas diferentes é perfeitamente “Kafkiano”.
A AutoEuropa tem feito um esforço para, internamente, negociar clausulado um pouco mais flexível, parece que com bons resultados.
Só que, aproveitando o pretexto da crise, quer obter agora aquilo que ainda não tinha obtido em negociações anteriores.
E até já há quem avance com a hipótese de “deslocalização” da fábrica para o estrangeiro.
A Comissão de Trabalhadores, alegadamente afecta ao Bloco de Esquerda, estará “pressionada” pelo PCP quando tem de tomar decisões.
Os governos, qualquer deles, parece só saberem fazer conciliações burocrático/administrativas.
Enfim, depois queixem-se com a falta de produtividade da industria e com o desemprego!

Os Pontos Nos "i"


Passaram duas semanas e já se pode observar a tendência do jornal.
À direita nitidamente.
Bom formato, aspecto gráfico excelente.
Apresentação de algumas noticias/entrevistas/ reportagens inovadora e desempoeirada.
Mas a forma não chega.
E do conteúdo aproveitar-se-á 20%.
Um destes dias até fui ler o Público para comparar.
E o “i” ficou a milhas.
Por enquanto vou passar a comprar só aos Sábados.
Apesar de…

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Encher Chouriços



No “i” de terça-feira duas notícias altamente interessantes para a classe média alta/alta:
DUAS páginas DUAS com uma foto-reportagem dedicada aos Globos de Ouro da SIC.
DUAS páginas DUAS a informar-nos quais os locais de Lisboa onde não há parquímetros ou onde estes estão avariados.
Esta última sem interesse para todo o país e informação que os lisboetas há muito conhecem por experiência própria.

No “i” de quarta-feira confirma-se que Paulo Tunhas sempre gosta mais da “chicana” politica, a atirar para o jocoso, que da reflexão politica ou filosófica.
Vai daí “descobriu” que os “conselheiros” de Sócrates estão a "valorizar" e "enfatisar" o seu “lado humano” e realçam-no onde? Tunhas descobriu a pólvora no comboio, precisamente quando para passar tempo deu de caras com revistas cor-de-rosa.
Notícia requentada - para “encher-chouriços”.
Já em 6 de Fevereiro tínhamos observado mais que Tunhas, aqui.
E sobre as fotos de Manuela Ferreira Leite? E sobre o "mercado" de solteiros de Paulo Rangel?E sobre a "abertura da Igreja à "questão homossexual" do mesmo Rangel?
Nada disso é marketing? Nada disso é fruto de aconselhamento de "assessores"?
Tunhas é um puro, um ingénuo, um "filósofo"... mas só afaga os seus amigos...de direita.
O resto do pessoal não embarca neste primarismo boçal!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Nem Sabes No Que Te "METESTES"!


Ouvi há pouco numa televisão a senhora professora de História ou Educação Sexual ou lá o que é dizer para uma aluna:"Nem sabes no que te METESTES".

Trata-se evidentemente de um caso pontual, patológico, mas que se arrasta há perto de três anos, seguramente com a conivência de colegas e conselho directivo.

E ainda não querem avaliação?

A Questão e a Abertura Segundo Paulo Rangel

"A Igreja deveria abrir mais na questão homossexual"

Paulo Rangel em entrevista ao "i"

Manuela Ferreira Leite E O Futuro


terça-feira, 19 de maio de 2009

Eles Nunca Brincam...


...mas costumam ter grandes paixões

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Identificação De Um Que "Não é de Esquerda"


Já há muito ouvia na blogosfera vozes críticas de Paulo Tunhas.
Não conhecia nem sabia o que o senhor fazia nem nunca frequentei blogue/s onde escreveria.
Pensei que fosse um daqueles caceteiros direitistas, que pululam pela bloga, sedentos de crónicas nos “Correios da Manhã”, ou nas tertúlias de pseudo-comentaristas, politicamente empenhados, que enchem as televisões.
O nome também não ajuda nada, põe-nos logo de pé atrás, nem sei porquê.
Soube, entretanto, por intermédio de conhecimento comum, ser filósofo e que valeria a pena ler.
Esperei, não ansiosamente, pela anunciada crónica no “i”.
Crónica muito hábil, onde pretende, logo à partida, afirmar-se de direita embora de um modo algo dissimulado.
E não teria necessidade disso. Porque não ser directo, frontal e afirmativo?
Dizer que a “direita é mais avessa à paixão politica” ficou por provar.
Bem como a outra tese que “a direita duvida, na maioria dos casos – e nalguns deles duvida com imensíssima razão – da sua própria bondade” também ficou por provar.
Destas “teses” infere que o seu amigo, o tal que gostava dele “apesar de seres de direita” não o estaria a ameaçar neste contexto, mas se ele fosse outro…
Qual? Ficou por esclarecer.
Coisa que, insinua Tunhas, e deduzimos nós,não aconteceria se os posicionamentos políticos fossem invertidos.
Por tudo isto o filósofo declara que “…por essas e por outras é que “não é de esquerda”.
Como queria, desde o princípio, desesperadamente, demonstrar.
Não me convenceu esta (não) definição “pela negativa”.
Espero ir ficando esclarecido em próximas crónicas.
“Apesar de…”