segunda-feira, 29 de junho de 2009

Politica de Verdade


Falar verdade
A drª Ferreira Leite afirmou no final da semana, com uma veemência que se lhe desconhecia, que ia rasgar todos as políticas do actual executivo (com excepção da reforma da segurança social). Ora uma das coisas que o País não precisa mesmo é de sistemáticas rupturas profundas nas políticas depois de cada ciclo eleitoral. De facto, é aliás muito pouco provável que se Ferreira Leite vier a ser Primeira-Ministra rasgue mesmo todas as políticas anteriores. Logo, das duas uma: ou Ferreira Leite é politicamente irresponsável ou não está a falar verdade. Eu prefiro que a segunda hipótese seja a verdadeira.


Pedro Adão e Silva no Léxico Faniliar

O Público, A EDP e a Publicidade Enganosa


Como a EDP é um bom anunciante o Público, em vez de utilizar a primeira página, tantas vezes utilizada para minudências, intrigas e favoreciemnto de lóbis, remete o assunto para uma pequena nota de Manuel Carvalho na agenda da Pública. Excelente nota, aliás:


"O pior de tudo"


"A campanha da EDP sobre as barragens acabou há algumas semanas sem ter deixado no ar o mínimo sopro de protesto. A empresa que vai inundar os vales do Sabor ou do Tua proclama na televisão que o faz em nome da defesa dos valores da Natureza. Promesa que as evidências científicas desmontam facilmente . A EDP devia responder por publicidade enganosa."

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Politica Rasca


Cavaco Silva

Não me recordo de Cavaco Silva ter ficado incomodado quando era primeiro-ministro e entregou um canal de televisão ao número um do seu partido e seu antecessor no cargo e outro à Igreja. Com o controlo que exercia na RTP1, onde estava precisamente José Eduardo Moniz, Cavaco passou a contar com a militância noticiosa de todos os canais de televisão, isso sim, era a preocupação de Cavaco Silva com as regras da democracia.
Também não me recordo de ter ouvido Cavaco imiscuir-se em negócios privados, nem mesmo quando o BPA foi privatizado de forma muito estranha, para não referir milhentos negócios duvidosos a começar pelo BPN dos seus velhos amigos.
Também não ouvi Cavaco manifestar qualquer preocupação com o jornalismo praticado pela TVI apesar da condenação generalizada e das violações primárias aos mais elementares valores e princípios do jornalismo.
Mas bastou Manuela Ferreira Leite espirrar num dia para que no dia seguinte Cavaco Silva aparecesse cheio de tosse, nem se deu ao trabalho de dissimular a fonte do contágio. Se alguém tinha dúvidas de que Cavaco Silva abandonou a camisola de Presidente para vestir a de um qualquer J do PSD pode deixar de as ter. Há muito que Belém era uma fonte de crise política, agora evoluiu de forma clara para o envolvimento no processo político.
Mas pode ser que Cavaco Silva tenha azar e os portugueses não lhe satisfaçam o desejo de acumular o cargo de Presidente com o de primeiro-ministro, algo que sempre ambicionou. E se isso suceder Cavaco corre um sério risco de voltar a Boliqueime mais depressa do que espera.
Resta-me fazer uma sugestão a Cavaco Silva: que vá perguntar ao Moniz se este não estará interessado em ser despedido e receber três milhões de euros. Eu diria mesmo que o director da TVI tem feito tudo para isso. Aliás, é ridículo vir com estas intervenções quando há apenas uma semana Moniz pôs a hipótese de deixar a TVI e ir para o Benfica. Terá sido Sócrates a pressionar a candidatura?
É muito grave que um Presidente da República use uma empresa privada para lançar suspeitas em público sobre o primeiro-ministro. É o bater no fundo de Cavaco Silva enquanto Presidente da República.


A Morena do PSD


Como não devemos embarcar em descriminações pela cor da pele ou do cabelo, temos de contrabalançar o dito de Luis Filipe Meneses, reescrito no “i”, segundo o qual Pacheco Pereira seria a Anita Ekberg, a loura, do PSD ou do regime.
Assim sendo proponho nomear a Angelina Jolie, a morena, do PSD ou do regime.
Para mim, que não tenho dúvidas (e raramente me engano), a nomeação vai direitinha para Marcelo Rebelo de Sousa.
Uma é loura, outra é morena, sem dúvida duas figuras do mais nefasto para o país!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Mentira da Verdade


Há vários meses que a grande aposta de Ferreira Leite e do PSD consiste na permanente reivindicação da posse da verdade. O seu lema central, repetido ad nauseam e escrito em todos os cartazes, é "Politica de verdade". Isso equivale a uma só mensagem constantemente transmitida aos potenciais eleitores: nós estamos na posse da verdade, os nossos adversários políticos apenas dizem mentiras.A história das ideias mostra que aqueles que reivindicaram a totalidade da verdade foram sempre contra a democracia. O nazi-fascismo considerava deter uma verdade incontestável sobre a pureza rácica e a consequente autorização para o genocídio. O socialismo científico considerava-se autorizado a exercer todas as violências contra aqueles que se atravessassem no caminho do processo histórico que levaria à sociedade comunista. Trata-se de dois casos extremos e não equiparáveis ao do PSD de Ferreira Leite, como é óbvio. No entanto, precisamente pelo seu extremismo, estes casos mostram com especial clareza a perversidade da reivindicação do monopólio da verdade.Há que dizer duas coisas sobre o papel da verdade num regime democrático. A primeira tem a ver com a verdade em sentido empírico, ou factual. Esta é extremamente importante.
Mas não é sério atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade e ao adversário a totalidade das mentiras.
Qualquer generalização deste tipo é inaceitável. Quando se detecta alguma mentira factual no adversário é necessário expô-la e prová-la, caso a caso. Em segundo lugar, a democracia não é um regime consentâneo com a ideia de uma verdade absoluta em sentido político-normativo. Em democracia admite-se o pluralismo, e com ele a ideia de que nenhum partido detém a totalidade da verdade política. Aceitar esse pluralismo e ser capaz de viver com ele, sem ceder à tentação de diabolizar o adversário, é a pedra-de-toque do espírito democrático. Por isso, em democracia existe sempre um conceito e o seu contrário: direita e esquerda, socialismo e conservadorismo, europeísmo e nacionalismo, governo e oposição, etc. A linguagem da verdade política absoluta equivale à negação ou à subalternização deste aspecto central da vida democrática.Em suma: uma estratégia consequente com o respeito pela verdade empírica e pelo pluralismo democrático consiste em ser sério na discussão dos factos e em apresentar projectos alternativos aos dos adversários - mas não em atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade, empírica ou política. Reivindicar o monopólio da verdade equivale, em última instância, a mentir sobre o carácter intrinsecamente argumentativo e pluralista da democracia.


João Cardoso Rosas

Durão

António Jorge Gonçalves

( um alívio para Cavaco)

O Mártir do PSD


TVI - O Essencial e o Acessório

Começo pelo acessório. É relativamente irrelevante se José Sócrates ou Mário Lino deram ou não o aval à compra pela PT de 30% do capital da Media Capital, detentora da TVI. Custa a acreditar que não o tivessem feito, como é óbvio, mas no fundo isso não passa de espuma.
O que me parece essencial é que 30% do capital da Media Capital volte para mãos nacionais, de onde, aliás, nunca deveria ter saído. A comunicação social é um dos centros de decisão nacionais cuja importância estratégica urge manter em mãos nacionais. Se a Prisa está com problemas de liquidez e se existe aqui uma janela de oportunidade, pela parte que me toca, não penso duas vezes: a PT tem todo o meu apoio, como cidadão e como português, nesta operação que permite colocar parte importante do capital da TVI, uma vez mais, em mãos nacionais.
Igualmente importante, a Telefónica prepara-se para entrar no capital da Prisa. A PT trava há anos uma guerra surda no Brasil com a Telefónica tendo como objecto o controlo da Vivo. É fácil de perceber que a entrada da Telefónica no capital da Prisa tem repercussões na relação de forças entre a PT e a Telefónica, razão adicional que, de um ponto de vista estratégico e de âmbito macro, me leva a ver com bons olhos a aquisição pela PT de 30% do capital da Media Capital.
Duas notas finais. Peço desculpa, mas José Eduardo Moniz não é nenhum modelo de virtudes na defesa da liberdade de expressão. Ainda não me esqueci da saída de Marcelo Rebelo de Sousa da TVI e do papel de Moniz nessa triste história. Não dou para o peditório do mártir Moniz, ponto.
Não acredito igualmente que José Sócrates estivesse a preparar a saída de Moniz. O primeiro-ministro pode ter muitos defeitos, mas não é burro. Se estivesse a planear um golpe contra Moniz não tinha feito as declarações recentes que fez em público.

Ai de Vocês Se Me Tiram a TVI


Perigo


quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Verdadeiro Liberal Não Quer a Avó



Paulo Ferreira no Câmara de Comuns

Vamos a Isso!

Se a Autoeuropa fechar espero que os trabalhadores em vez de se irem manifestar junto do ministério da Economia ou da residência oficial do primeiro-ministro o venham a fazer junto da sede do PCP. Começa a ser tempo de imitar a estratégia do PCP e começar a fazer umas esperas para apupar Jerónimo de Sousa, um líder que tudo aposta em agravar a crise económica.

A Importância de Talvez

O Expresso,a “instituição” de Balsemão, sempre se caracterizou por ser um antro do bloco central.
Dois terços PSD, um terço PS.
Quando o PS governa é alvo de algumas “atenções” avulsas.
Quando o PSD governa é alvo de algumas “desatenções” avulsas, para disfarçar.
O mais interessante é assistir a estas ténues mudanças quando começa a cheirar ao render da guarda governativo.
Vem isto a propósito da coluna de Henrique Monteiro, paradigma deste suave virar de casaca.
Escrito no melhor estilo funéreo/lamuriento de Manuela Ferreira Leite.
Só que o director do jornal deve ser um homem muito ocupado e não tem tempo para investigar a veracidade das suas afirmações.
Mas não faz mal. Para quem é bacalhau basta e para o estrondoso efeito imediato chega perfeitamente.
A dado passo da sua arenga, sem ponta de pudor e profissionalismo, afirma …”nós que somos talvez o país que mais impostos paga para o retorno (de apoio social e de infra-estruturas) que tem”.
Pois é …talvez. E depois, se for é se não for não é. Ninguém repara.
A estocada está dada, os oposicionistas satisfeitos e Henrique Monteiro fez o seu pequenino papel (sem nenhum talvez).
Na realidade Monteiro e Moura Guedes fazem exactamente o mesmo.
Só que Moura Guedes dispensa o talvez.
Não será grande a diferença…talvez.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Provar do Próprio Veneno


O jornal A Bola publica hoje um artigo que se baseia no mesmíssimo tipo de critérios jornalísticos que a TVI costuma usar. Basicamente, a candidatura de Moniz à presidência do Benfica faria parte de um grande complot espanhol para comprar o Benfica. Provas e evidências eram naturalmente poucas, o que sobrava eram suspeições e uns quantos nexos causais frágeis. Imaginem só o que Moniz decidiu fazer: vai processar o director da bola e o autor da peça. Curioso, não é. Não há nada como provar do próprio veneno para aprender. Resta saber se aprende.
Pedro Adão e Silva no Léxico Familiar

Fado - Um Discurso Para o 10 de Junho


....Vamos ser o Portugal onde os melhores já não querem governar porque não aguentam a eterna maledicência da rua. Onde o povo tanto se lhe dá ser mal ou bem governado porque é sempre contra. Onde ninguém - pessoa, corporação, empresa, sindicato - deixa de achar que tudo lhe é devido e nada lhe é exigível. Onde as grandes construtoras vivem quase todas de sacar ao estado obras inúteis, porque de outro modo não sabem viver...


Miguel de Sousa Tavares no Expresso (excerto, sublinhado meu)

E Não Só...


Recado a Rangel

O Conselho Nacional do PSD está reunido, esta noite, num hotel em Lisboa para discutir a situação política. Pelos corredores do hotel, ao lado do bar, um dirigente social-democrata resolveu recordar as afirmações de Nicolás Sarkozy de outros tempos. Quando apenas sonhava com o Eliseu, Sarkozy confessou que gostava de ser presidente e que se via como tal "todos os dias de manhã até a fazer barba".Recordada a história, o mesmo dirigente do PSD comentou:"Ele podia dizer isso por que já tinha estatuto para o dizer. Mas há outros que ainda não têm esse estatuto para ambicionar cargos de presidente".O 7 de Junho ainda só foi há 15 dias e Outubro ainda está longe. Isto promete.

Emídio Fernando no Correio Preto

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Que surpresas!


Mais do que ler o Manifesto dos 28, vale a pena parar um pouco no nome de cada um e tentar perceber o que fizeram, todos e cada um deles, por Portugal nas últimas três décadas. Isso basta.


Publicada por jmf ; Domingo, Junho 21, 2009

A Anedota da Semana. Não, do Mês.NÃO, DO ANO!


Acreditei – acredito – que ao futebol fazem falta pessoas como o José Eduardo Moniz: uma formação distinta, uma cultura superior, que não se deixa esmagar pelas luzes da ribalta ou pelos dourados do poder, uma seriedade indiscutível e uma capacidade de gestão que convoca modernidade e eficácia.

Pedro Rolo Duarte no seu blogue (excerto)
Adenda: Acreditam na independência, isenção e excelência do jornal "i"?
Eu acreditei, acredito e acreditarei.
Pelo menos eqnquanto lá trabalhar!

Campeões da Sardinha e... dos Recados


…Ao longo da noite eleitoral, (do passado 7 de Junho), ouvimos comentadores de todos os quadrantes puxarem a brasa à sua sardinha. Mas, entre uma brasa e outra, conviria perceber que o voto, num país que é líder mundial da cortiça e que se habituou a navegar à bolina, traz recados. Um dos recados, que o PSD ganharia em entender, é que Paulo Rangel não é Manuela Ferreira Leite. O segundo recado, que os outros partidos precisam de entender, é que votar contra o governo não significa ter visto a verdade e a luz na oposição. O terceiro recado que Sócrates precisa mesmo de entender, é que não basta, por falta de melhor alternativa (o que já não é pouco) continuar a ser primeiro-ministro: é preciso ter condições para governar. Mandar com jeito, usando a gratidão e o respeito que amolece a manha dos povos velhos.

Inês Pedrosa no Expresso

domingo, 21 de junho de 2009

A Prima-Dona


MOMENTOS PACHEQUEZ

estou com pouco tempo e menos paciência ainda. tanto -- mas tanto, tanto, a começar pelo que ele próprio diria de um post assim caso não o tivesse ele (ou alguém DOS DELE) escrito -- havendo a dizer sobre este post de pacheco pereira.

ficando pelo pouco, gostava que o insigne analista explicasse exactamente de que é que o i tem de lhe pedir desculpa. é de ter feito um título de capa sem lhe pedir a opinião/assentimento? é de ter resolvido entrevistar luis filipe menezes sem lhe perguntar se podia? é de ter escolhido uma citação da entrevista para a capa que qualquer jornal/jornalista, dada a entrevista, escolheria para a capa? é de ter pensado que podia, na mesma semana, pedir-lhe uma entrevista e pedir outra a menezes, e deixar menezes mimoseá-lo com uns carinhos em troca daqueles com que ele nunca se fez rogado em mimosear menezes (e tantos outros)? é de -- santo deus -- ter escolhido para a capa uma coisa desagradável para o dr pacheco pereira?

agora vou-me recostar à espera de ver como a brigada da liberdade de expressão da blogosfera e da opinião reage a este grito de alma de pacheco pereira. estou certa de que não perderão ocasião de usar aquelas palavras do costume. liberdade ou morte, certo?


f. no Jugular

Assino por Baixo,por Cima e pelos Lados


Manifesto dos 28 economistas (que não o são)


‘(…) há um pressuposto de base que não tolhe, que para mim é antigo, ultrapassado. Todos falam de Portugal, Portugal isto, Portugal aquilo. O pressuposto errado é esse: Portugal já não existe (ou quase). E espero que não volte, pois só volta com proteccionismo. E há por lá laivos de proteccionismo, na verdade. Contudo, o que existe já não é Portugal, mas uma região da Europa, uma região pobre da Europa. As regiões pobres de zonas ricas devem ser mal-comportadas, financeiramente, isto é. Há pelo menos três exemplos recentes de sucesso, sempre relativo, de regiões pobres mal comportadas: Irlanda, Andaluzia, Alemanha de Leste. Estão outras na calha, na Europa de Leste. Portugal (ou isto que por aqui ainda existe) deve embarcar nesse barco. Não quer dizer que não se pense mais uns metros. Mas apenas uns metros. E não se deite fora o bebé com a água do banho, pois há trigo e joio nos investimentos projectados. É preciso não ter medo de ser bom aluno por vias não tradicionais.’
Pedro Lains

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cinco Mitos da Política Portuguesa


A Arrogância de Sócrates


Os "Valores" de Paulo Portas


A Competência de Nuno Melo


A Juventude de Paulo Rangel


A Responsabilidade de Jerónimo de Sousa

Animal Amansado


Não foi uma má entrevista. Todos se fixaram na mudança de estilo, de que não gostei. E é natural que se fala apenas disso, pois isso é exactamente o que não interessa.

Mas se Sócrates pensa que baixando a voz e a cabeça, sorrindo muito e arrastando as palavras aumenta a votação, está muito enganado. Será sempre atacado: se for animal feroz é ditador, se estiver amansado é fingidor.

Eu prefiro animal feroz.




Sofia Loureiro dos Santos no Defender o Quadrado

O Mestre Estaline Ainda Está Na Marmeleira


Exceptuando a RTP, rádio e televisão públicas, todos os restantes meios de comunicação social pertencem a entidades privadas.
Sabe-se que a RTP é administrada por gestores nomeados pelos governos.
Muitas vezes continuam a ser geridos por gestores nomeados anteriormente por executivos de outra cor politica.
Mesmo assim, e como a tão apregoada “independência” nunca passou de um “mito” é lógico que todos os governos tenham direito a um canal de comunicação onde veiculem as suas posições.
Por outro lado sabemos bem que os proprietários da comunicação social privada são, na esmagadora maioria aquilo a que os políticos populistas e os tablóides chamam de” ricos e poderosos”.
Descarada ou encapotadamente militantes ou simpatizantes dos partidos da direita.
Até a chamada boa imprensa do BE se justifica à luz do que acima foi dito pois é a este partido que acorrerão os votos dos descontentes como PS, inimigo principal, que convém desgastar.
É pois por isso que Pacheco Pereira martela e continua a martelar, falsamente alarmado e escandalizado com a designada manipulação da comunicação social por Sócrates e o PS.
Pacheco sabe muito bem que, para a mentira ter eficácia é necessário agitá-la até à saciedade, posto o que se transformaria em verdade absoluta.
Já lá dizia o poeta Aleixo…

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Para Compensar o Sadismo Freeportiano


Obama dá uma entrevista e deixa uma mosca morta. Sócrates dá uma entrevista a uma mosca morta.

JCD no Blasfémias

Brincadeira Preocupante


Os trabalhadores da Autoeuropa rejeitaram, esta quarta-feira, por maioria o pré-acordo laboral que previa uma redução do pagamento do trabalho extraordinário em seis sábados por ano como forma de aumentar a flexibilidade da empresa para enfrentar a crise do sector automóvel.
TSF on-line
Adenda : Ver aqui post de Paulo Ferreira no Câmara de Comuns

Se Alegre "Decepcionado", PS terá "Acertado"


Segundo o Público “Manuel Alegre ficou “decepcionado” com a decisão de Sócrates de nomear António Vitorino para a elaboração do programa eleitoral dos socialistas”.
“Fiquei decepcionado porque não é a escolha adequada, não por falta de capacidade politica nem de inteligência, mas porque António Vitorino fez outras opções, empresariais, que são legítimas”, mas não são politicas” terá afirmado Alegre ao Público.
Então não foi por falta de inteligência nem capacidade politica?
Pelo menos demonstrou que sabe sobreviver semser á conta do erário público.
Provavelmente Alegre terá detectado até excesso de capacidades.
Quando soube da nomeação de Vitorino ter-se-á dirigido ao espelho e perguntado:
Espelho meu, haverá alguém mais inteligente e com maior capacidade politica do que eu?
Há sim, meu mestre, o António Vitorino.
Foi então que o poeta ficou “decepcionado”.
Mas uma coisa é certa – se Alegre “decepcionou” seguramente o PS “acertou”!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Rangel em Bollywood


Paulo Rangel está em Bollywood para fazer de elefante virgem dançarino.

Vijay Tejaswini, 01h06 - 16.06.2009, Moniz Martim

(De acordo com o blogue Inimigo Público)

Hoje Á Noite, Na SIC


Ana Lourenço e José Sócrates num embate fatal.

Prevejo o pior!

Um Governo Van Zeller


Segundo leio no DN parece que um governo ideal para o presidente da CIP seria aquele que governasse de acordo com sondagens e votações (claro que absolutamente democráticas) dos associados daquela corporação de industriais.
Ideia que o senhor deverá propor a Cavaco e a Manuela Ferreira Leite.
Para tal é só solicitar entrevista urgente – trata-se de assunto patriótico.
No pé em que as coisas estão, pode ser que pegue!

Falaram, Falaram e Estavam Muito Contentes e Convencidos


Há pouco na SIC-Notícias um arrastado e lento "debate" sobre o PS com quatro "velhos" jornalistas:Luis Delgado,José Manuel Fernandes, Bettencourt Resendes e Sarsfied Cabral.
A falarem uns para os outros, para a sua classe e para a classe politica.
Sem ponta de rigor.
Opiniões pessoais, quase sempre politica e partidariamente empenhadas.
Sugeriram que os politicos com mais de 50 anos teriam perdido a credibilidade carecendo de renovação.
O mesmo deveria suceder com "estes" jornalistas/comentadores.
Para além de confrangedor perfeitamente suporífero.