domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Sub-Produtos


Segundo leio por aí há quem sustente que, ao suspender o Jornal de Sexta, a Prisa mais não fez
do que vingar-se de Sócrates que lhe estragou o negócio com a PT.
E agora espera calmamente que, ganhando as legislativas, o PSD lhes abra o caminho para outras e melhores negociatas.
Como sub-produto, a saída de Moniz e Moura Guedes só traz benefícos à estação.
Boa malha!

O Capataz do "i"


Ontem na Sic-N, o jornalista Óscar Mascarenhas referiu que se tem observado uma progressiva alteração do perfil das direcções dos jornais.
De jornalistas seniores e sérios estarão a tornar-se meros “capatazes” às ordens das administrações.
Realmente ontem as prestações de Martim Avillez de Figueiredo disso foram uma expressiva manifestação exemplo do baixo nível a que chegámos.
O desconhecimento da legislação que rege as empresas de comunicação social e a prestação no chamado Expresso da Meia-Noite foram marcantes.
Mas o mais ridículo foi ver Martim a contabilizar votos que, segundo ele, não irão para o PS :
Trezentos mil dos professores, não sei quantos dos reformados, mais alguns milhares de novos eleitores…
Um prodígio de rigor, independência e isenção.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Expresso do PSD/CDS


Neste momento na Sic-Notícias, Ricardo Costa, Cristina Figueiredo, Miguel Pinheiro e Martim Avillez fazem propaganda descarada à direita tentando destruir Sócrates e o PS.
Jornalistas ao serviço de projectos politicos e/ou das administrações suas empregadoras.
Só João Marcelino consegue um módico de moderação.
Um nojo!

Requintes

Pedro Vieira

‘(…) a questão fulcral é a de saber quais as razões que levaram a administração da TVI a tomar esta decisão a três semanas das eleições – exactamente agora, quando essa decisão só pode penalizar o PS e Sócrates.’
Rogério da Costa Pereira

Ora Bolas, para Berlim!


Ferreira Leite parece ter esperado por Angela Merkl mais de meia-hora para uma entrevista que se previa ter a mesma duração.
Foi recebida não na chancelaria mas na sede do partido de Angela sem autorização para filmagens.
Prevê-se distribuição de fotos.
Há quem fale em humilhação.
Porque se pôs então em bicos de pé?
Aprendiz de feiticeira ou feiticeira na pré-reforma?

Toda a Verdade



Sobre a TVI, Moniz e Guedes.

Kadafi, 40 anos no poder


António Jorge Gonçalves

Abaixo de Cão


«Em Maio de 68, na Sorbonne, o poeta Louis Aragon pediu a palavra. Foi assobiado. Aragon era comunista e o jornal comunista L'Humanité tinha insultado o movimento estudantil. Então, o líder deste, Cohn-Bendit, disse: "Estamos aqui porque defendemos a liberdade de expressão. Todos têm direito a falar, até os traidores" - e estendeu o microfone a Aragon. É o que me apetece, hoje, dizer: "O seu programa é abaixo de cão, mas até as jornalistas de programas abaixo de cão têm direito à palavra" - e estendia o microfone a Manuela Moura Guedes. Depois, eu virava-me para a Prisa, os patrões que a silenciaram, e dizia-lhe: "A vossa jornalista preveniu que vocês podiam ser muito estúpidos, mas nunca pensei que vocês o fossem tanto." A semanas das eleições, a Prisa só fez aquilo pensando que podia ganhar alguma coisa. Ora pensar que algum partido podia sentir-se agradecido é considerar que esse partido é estúpido ou imoral. E não. Nem o PS é estúpido para pensar que ganha com o fim daquela coisa, nem o PSD é imoral para agradecer a suja benesse que lhe deram. Isso digo eu, que sei que os portugueses e os seus grandes partidos valem mais do que aquilo por que a Guedes e a Prisa os tomam. »




Ferreira Fernandes no DN

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Aníbal e os Desvios


Mais um terceiro episódio.
A TVI/Moura Guedes
Segundo os raciocinios do Sr.Presidente será mais uma manobra para desviar "os portugueses" das meditações sobre o desemprego e a crise estrutural.
E em seguida votarem PSD/Cavaco.
Mas a maioria dos portugueses não desviam a sua atenção face a estas pequenas fantochadas engendradas pelos amigos de Belém.
Sofrem na pele o desemprego e a crise.
Ao contrário de Cavaco!

O Vasco é um Colosso


Segundo a edição "on line" do "i" Vasco Pulido Valente suspendeu a colaboração com a TVI.
È um descalabro para Vasco - menos umas massas.
È um descalabro para "Os Contemporâneos" que perdem uma fonte de inspiração.
E um descalabro para nós que perdemos estas palhaçadas todas!

Moniz e os Travestis - Alvos a Abater?

Claro, Sócrates e o PS.

A Estratégia de Anibal, Pacheco, Manuela...


...A famosa "Eu não quero saber se há escutas ou não, eu não quero saber se há retaliações ou não, o que é grave é que as pessoas acham que há" é grave porque é um sintoma da política suja e populista do PSD. que degrada a democracia É aí que devemos atacar Ferreira Leite, não porque "funcione", mas porque a ética política assim o exige, pois a democracia, a prazo, não sobrevive a este tipo de discurso. É muito grave que um partido como o PSD embarque na política da insinuação, da insídia, da suspeita, contribuindo para alimentar um caldo de cultura que destrói todos — todos — os que participam na vida pública. Qualquer democrata — de esquerda, de direita ou do centro — tem a obrigação de repudiar este tipo de estratégia.

João Galamba no Simplex

A Democracia, o Público e Manuela Moura Guedes


Parece que Manuela Moura Guedes terá dito ao Público, que lhe deu pressurosamente devido destaque, ser "impensável numa democracia que o Governo se escuse a ir a um jornal".

Já imaginaram, numa democracia, o governo a responder directamente ao Crime e outros "jornais" do género?

Por outro lado, e felizmente, nesta democracia é pensavél a existência, e sobrevivência, de "jornalistas" ( mais propriamente locutora de continuidade arvorada em jornalista) como Manuela Moura Guedes.

Desviar As Atenções


Segundo acto - Os moldes de plástico.
Sempre homens (ou mulheres) do Presidente
È só cenário!




quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O Grave Problema do País Resolvido em Belém


António Jorge Gonçalves

Uns Na Politica, Outros na Escrita ("Light") e na Pornografia ("Soft")



"Na campanha, José Sócrates não vai lutar por valores ou políticas, mas pela sua sobrevivência".

Domingos Amaral, director da "GQ", "Correio da Manhã", 02-09-2009 ciatdo pelo Público

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Arrábida


Um blogue a merecer a sua visita, leitura e comentário.

Não esqueça o ARRÁBIDA.


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A Brasileira do "Público" e o Racismo do "i"


Segundo o "i" José Manuel Fernandes desmentiu a sua saída do jornal "Público".
Mas o "i" afirma que de acordo com a "Briefing" "...fonte da redacção afirmou que JMF saíria do diário dando lugar à jornalista brasileira Bárbara Reis, actual directora-executiva".
Fico muito satisfeito se a saída de Fernandes se concretizar.
Mas, acima de tudo, espero que seja substituído por alguém mais sério e competente.
Homem ou Mulher.
Português, Brasileiro, Cabo-Verdiano ou Ucraniano.
Tanto faz.

Funerais & Outros Ais



Gosto de ouvir Manuela Ferreira leite. Aprendo sempre qualquer coisa. Hoje, por exemplo, fiquei a saber que a líder do PSD não convidará as principais figuras do partido para participarem na campanha. Remédio santo para não sofrer qualquer dissabor. Mas daquilo que gostei mesmo foi da justificação com cheirinho a sabedoria popular: “aos casamentos e baptizados não se vai sem ser convidado, mas a todas as outras iniciativas, tais como funerais, missas do sétimo dia e campanhas eleitorais vai quem quer.” Genial. Quem se lembraria de associar a campanha do PSD a funerais? Manuela Ferreira Leite, pois claro…

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Que Tal...


...um intervalo de um mês?
Vou tentar...

Pérolas Laranja em Belém


Segundo a TSF a assessora para a Educação da Presidência da República, Suzana Toscano, disse esta quarta-feira que, quando aceitou o convite para participar na Universidade de Verão do PSD, nunca pensou que fosse considerada uma «actividade subversiva».
Parece haver uma grande diferença entre "actividade subversiva", seja o que isso fôr, e um módico de ética que seria de desejar a um assesor do PR.
Mas, pelos vistos rangelianos, a ética pode dispensar-se e "actividade subversiva" parece ser o dia-a-dia da "senhora".
De tal modo que ela até já nem dá por isso...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Filomena Mónica a Brincar Com o Pagode


Hoje, no "i" Filomena Mónica descreve resumidamente "O Conservador" e "O Moderno".
Gostaria de saber quanto lhe terá pago o jornal.
Quanto a rigor e ciência estamos servidos.
Será que "Mena" escreveu o texto pensando a sua publicação em 1 de Abril?
Estaria deprimida?
Estaria "euforizada"?
Segue o texto da "socióloga":

O Conservador

Convive bem com as desigualdades sociais.
Reage mal à competição.
Acha que as mulheres é que devem tomar conta dos filhos.
Finge ser católico, mas nada sabe de teologia.
Não tem coragem de lutar pelos seus direitos

O Moderno

Gosta de telemóveis.
Gosta do Magalhães.
Gosta de centros comerciais.
Gosta de auto-estradas.
Gosta de salas VIP de aeroportos.


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tacho Para Ela


Na realidade não há nada como a publicidade.

A Joana já conseguiu mais uma "actividade"indo substituir Manuela Azevedo na RTP-N no desinteressante Fala com Elas.

Agora é só continuar a facturar.

Muito melhor que aquela seca da Assembleia da República.

A Crise


No bairro onde vivo estão fechados, para férias, vários restaurantes, talhos, bancas de jornais, pastelarias, pequenas empresas de serviços (informática, etc.), cabeleireiros, lojas de decoração, mercearias e até uma estação de serviço! Na minha rua, em vista dos lugares vagos de estacionamento, presumo que esteja muita gente fora de Lisboa. Não me estou a referir a hoje, que é feriado. A situação mantém-se há três semanas. Amigos queixam-se que não conseguem lugares em aviões para destinos acessíveis às respectivas algibeiras. Isto num país em que o desemprego passou a barreira dos 9% e várias empresas reduziram o salário aos trabalhadores. Não percebo. Sinceramente, não!




Eduardo Pitta no Da Literatura

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

No Meio do Lixo Televisivo...


Ontem, na Sic-Notícias um programa de Sofia Pinto Coelho.

Uma história de amor entre Noel e Miguel.

Ela parisiense, ele setubalense.

Simples e maravilhoso.

Mais Preocupações para o Jeep de Cavaco?


Fontes secas


A questão das escutas em Belém interpela três instituições da democracia em Portugal - o Governo, a Presidência da República e a Imprensa. Seguindo ridículo a ridículo o desenrolar da opereta, só se pode concluir que houve jornalismo que entrou em perigoso conúbio com fontes de Belém para criar um factoide de represália que respondesse às simplórias acusações de colaboracionismo entre Belém e a Lapa na elaboração do programa do PSD.
Há muito que os leitores do "Público", entre os quais me incluo, notam que o jornal tem procurado marcar o seu território na dura luta por protagonismo, encostando-se à Presidência e malhando (à la Santos Silva) no PS. É um comportamento que a ocasional tentativa de cosmética com colunas isentas não consegue disfarçar.
O "Público" é hoje um jornal de opinião. E tem direito a sê-lo. Tal como o "Avante", o "Portugal Hoje" ou o "Portugal Socialista", defende a orientação que as suas tutelas definem. É uma maneira de ser dos editores. É a maneira de estar da sua consciência cívica. No processo informativo de uma comunidade não se deve excluir a opinião. Pelo contrário. É preciso procurá-la, lê-la ou ouvi-la e depois considerá-la ou descartá-la. Para a consumir como produto mediático, seja na "Luta Popular", na "Comuna" ou no "Público", é preciso estar equipado com a chave que descodifique as intenções e objectivos dos autores, e depois, retirar a informação lá contida que é útil para formar uma imagem completa do que nos rodeia.
A chave para entender a ofensiva do "Público" veio na sua edição de 19 de Agosto de 2009, no editorial da Direcção onde se admite que a verdade é que ninguém pode responder à pergunta se a Presidência está ou não a ser escutada pelo Governo. Isto, escrito dois dias depois de se ter anunciado com máximo destaque que se suspeitava que estivesse, diz o que há a dizer sobre a fiabilidade da informação publicada. Admitindo o próprio jornal que aquilo que publicou não é confirmável, resta-nos tentar entender o que é que levou o "Público" a fazer isso. Mais adiante, no mesmo editorial, há outra pista. Lê-se que o que as fontes de Belém fizeram foi "um aviso à navegação". Ao escrever isto, José Manuel Fernandes admite que, contactado pelas sombrias "fontes de Belém", se prestou a ser veículo desse aviso, fosse ele confirmável ou infirmável.
A desesperada tentativa do jornal de tentar credibilizar a sua notícia levou a incluir na página dos relatos não substanciados uma coluna onde se lia que já o procurador-geral tinha dito que era escutado no seu gabinete. O que é que isto tem a ver com o caso? Nada. O que é que isto tem a ver com este jornalismo de opinião e a suas fontes? Tudo.
Já tive a minha dose de problemas com "fontes de Belém". Denunciei-as por estarem a colocar sob anonimato notícias nos jornais que depois não confirmavam oficialmente, criando embaraços aos editores mais crédulos. O chefe da Casa Civil, Nunes Liberato, brindou-me com uma queixa aos meus empregadores. É distinção que me honra e faz curriculum. Fiquei agora a saber que "as fontes de Belém" estão não só secas de confirmações, mas estão a secar a dignidade informativa à sua volta.
Mário Crespo no "Jornal de Notícias"
Declaração de interesses:
Não gosto da maneira como Mário Crespo apresenta o Jornal das 9.
È minha opinião que o jornalista passou a desancar no PS a partir do momento em que não terá obtido as benesses que há algum tempo já antecipava.
Este artigo do JN retrata fielmente aquilo que penso sobre o Público e a PR.

Preocupações Para o Jeep de Cavaco (II)


As Pressões do Sindicato dos Magistrados

O Sindicato dos magistrados veio dizer que no caso do derrube da falésia na praia Maria Luísa deveria haver um inquérito-crime para apurar responsabilidades.
Trata-se de uma intolerável pressão sobre o Ministério Público de Albufeira que terá de se pronunciar sobre a matéria.
Será para isto que servem os Sindicatos?
Fantoches nas mãos das forças partidárias que os manipulam.
Vergonhoso!

domingo, 23 de agosto de 2009

Preocupações Para o Jeep de Cavaco

Notícia DE/Lusa: “A contestação das sanções aplicadas pela CMVM nos processos mais graves faz com estejam pendentes dos tribunais 11,22 milhões de euros. O número representa 92% do valor total de multas infligidas em processos deste tipo no espaço de três anos.”
Leio isto e sinto uma profunda revolta. A revolta típica da impotência na qual se alimenta o populismo e a demagogia. Como é possível uma aplicação real e efectiva das sanções nas ordem dos 8%? Como é possível que tenhamos exemplos, repetidos vezes sem conta, de uma Justiça disfuncional? Uma (in)Justiça em que os poderosos manobram os mecanismos legais até à exaustão, usando e abusando das garantias que o sistema lhes proporciona? Uma Justiça que demora uma eternidade? Como é possível que esta situação se eternize no tempo, corrompendo a credibilidade do próprio sistema democrático num dos seus pilares fundamentais?

Inseparáveis




Em tudo...