
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Versículos Santânicos (II)
sábado, 17 de outubro de 2009
Versículos Santânicos (I)

As derrotas têm pouco poder de dissuasão em casos como o de Santana Lopes. Mais do que exercer os cargos a que se candidata, Santana Lopes gosta de se ver ao espelho na solenidade que eles conferem, já o sabíamos. Mas se acaso o poder lhe foge - o que tem acontecido e não por acaso - permanece nele o gozo pelo ritual político: pelos debates, pelas sondagens, pelas noites eleitorais e, claro, o gozo pela atenção mediática. Enquanto a democracia lhe oferecer as devidas doses de palanques, câmaras e microfones, não serão as derrotas a demovê-lo. As próximas autárquicas ainda vêm longe e Santana Lopes, obviamente, não vai aguentar tanto tempo sem ir a votos. Sporting, PSD, condomínio: tudo boas hipóteses.
Bruno Sena Martins no Avatares de Um Desejo
Colegas No Prós&Contras
Por onde é que anda o sentido de humor?
António Jorge Gonçalves
Levantou-se uma onda de ‘patrioteirice’ a propósito de um vídeo em que uma actriz brasileira parece depreciar algumas das nossas especificidades lusitanas. O que é excessivo – tudo aquilo constitui uma declaração de indigência intelectual para além de qualquer redenção e que só envergonha quem a protagonizou. As desculpas ainda fizeram pior.Num estudo de Paulo Cavalcanti, ‘Eça de Queiroz agitador no Brasil’, narra-se a polémica que alguns artigos de Eça e de Ramalho Ortigão em ‘As Farpas’ provocaram no Brasil do século XIX.Longe de querer comparar a senhora Proença com os citados, veio-me à memória uma frase queirosiana: “O brasileiro tem os defeitos dos portugueses só que dilatados pelo calor.”É pena que a dita senhora apenas tenha comprovado essa máxima
Carlos Abreu Amorim
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Quem os Viu e Quem os Vê

Nos dias que antecederam as eleições era ver a grande maioria dos comentadores a elogiar a "seriedade e honestidade" de Manuela Ferreira Leite saudando o ínicio de um novo ciclo liderado pelo PSD.
Esta semana foi vê-los como se nada disto se tivesse passado.
Suaves, muito suaves.
Com o "rabinho" entre as pernas.
Graça Franco é um dos exemplos mais paradigmáticos.
A lata é tanta que, esta semana, chegou a declarar não perceber nada de jornalismo politico.
Afirmou que a sua especialidade é jornalismo económico.
Coisa de que se esquecera antes, quando embandeirava em arco com a perspectiva do PSD vir a ser governo.
Valha-nos Deus!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
A Corja - Filhos de Uma Bela Senhora

Lamentável a prestação dos senhores jornalistas, ontem no Prós&Contras.
Confrangedor e sintomático dos métodos que utiliza,José Manuel Fernandes foi patético.
Ridículo, sobranceiro e senhor de grande autoridade o "bailarino" director do Expresso.
Os senhores jornalistas, reproduziram no programa o pior do comportamento dos seus amigos politicos.
Temos tudo para desconfiar da informação que nos é servida.
Preocupante e lamentável.
Para ser suave vou utilizar uma expressão italiana que os caracteriza bem:
Filhos de uma bela senhora!
Lima &Fernandes : O Mesmo Destino

É curioso o que aconteceu aos dois grandes protagonistas da "história" das escutas a Belém.
Fernando Lima terá deixado oficialmente os contactos com os jornalistas mas parece que ainda anda lá pelos corredores de Belém a fazer aquilo que sabe fazer :intriga.
Ontem, na RTP, José Manuel Fernandes confirmou que saíria da direcção do jornal mas ficaria no Público.
Provavelmente a fazer aquilo que melhor sabe : tratar dos seus interesses pessoais e dos seus projectos políticos.
E depois digam lá que o crime não compensa!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
A Ministra Veste Prada?

Já sabemos que Sócrates não acerta uma quando se trata de recrutamento e selecção de candidatos e quadros governativos.
A sua vontade de acertar acaba, normalmente, em asneira quando se embrenha em arrevezados calculismos político-eleitorais.
Vem isto a propósito do boato, posto a correr em circulos jornalistico-esquerdistas, onde se afirma que a próxima Ministra da Cultura será Clara Ferreira Alves.
Sabemos que teria o aval do padrinho Soares.
Sabemos que teria o aval da "intelectualidade" que não gostou de Isabel Pires de Lima nem de José António Pinto Ribeiro.
O outro Pinto Ribeiro é que era!
Após os traumatismos Dalila e Pinamonti, ao fim de tantos abaixo-assinados, é altura das élites desocuparem" o D.MariaII, o S.Carlos e o MNAA.
Já imagino Clara, cheia de mundo, nas reuniões em Bruxelas.
Os "tailleurs", as peles, os "Prada", os "Manolo".
Portugal, finalmente irá ter uma minstra "chic" a valer!
Já a vejo a despachar no Lux e a dar audiências no Bica do Sapato.
Ao menos vamos ter uma ministra cosmopolita.
Sabe pronunciar correctamente nomes estranhos da politica internacional - Mahmoud Ahmadinejad.
Só é pena que ainda não saiba que, com o novo Acordo Ortográfico continuaremos a escrever e pronunciar F-A -C-T-O.
De facto!
sábado, 10 de outubro de 2009
Pacheco Pereira: Paranóico ou Totalitário ( ou as duas coisas)

Trata-se, no enunciado profético de Pacheco Pereira, daquilo a que um sociólogo americano chamou "self-fulfilling prophecy", da profecia que se auto-realiza. A estrutura deste tipo de profecia é comum a dois tipos de discurso: o discurso paranóico e o discurso dos totalitarismos políticos.
Excerto dum texto de António Guerreiro no Expresso
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Fontes, Jardins & Afins (2)

Além de ser bom para a forma física, também traz benefícios para a saúde mental. Estudos recentes mostram que as pessoas que dançam regularmente têm menos 76% de probabilidade de vir a sofrer de problemas cognitivos.
O Estilo de Vida Pode Influenciar a Actividade Mental ( 6/6 Dançar) no "i" de 7/10/09
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Fontes, Jardins & Afins (1)
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Fontes de Belém Atacam Novamente

O Presidente da República mantém as intenções de se candidatar a um segundo mandato e não tenciona deixar o lugar livre para que seja possível uma candiddatura presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa em 2011.
...Mas nos últimos dias alguns próximos de Cavaco Silva "desenganaram" Marcelo e outras figuras do PSD...
Ana Sá Lopes no "i"
Provincianismos e Trogloditas

Paulo Tunhas, hoje no "i" diz que "umas das coisas boas de uma ida ao Brasil é dar-nos uma ideia da irredutível insignificância do que por cá se passa".
Na verdade, um qualquer filósofo brasileiro, de visita a Portugal chegaria à mesma conclusão em relação ao que se passa no Brsail, apesar de grande e potencialmente rico.
Só não sei se haverá por lá filósofos que se interessem por esta filosofia...barata.
Entre a Razão e o Coração ( Um Psicanalista?)

...Quanto à única coisa que interessava e não era lateral - as escutas - os portugsaueses ficaram a saber que não há provas nem índicios de que alguma vez tenham ocorrido, mas que o Presidente continua a desconfiar delas. Ou seja, a razão do Presidente sabe que não há escutas, mas o seu coração deseja-as .
João Cardoso Rosas no "i"
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mal Vindo Mr. Anibal

A comunicação ao país" feita esta semana, recordou-me um filme "Being There" com a Shirley McLaine e Peter Sellers.Mr. Chance (Peter Sellers) é um jardineiro, culturalmente limitado que debita conceitos apreendidos superficialmente através da televisão. Quando o patrão morre, ele sai de casa e recebe uma boleia de Eve (Shirley McLaine) que julga estar em presença de um intelectual e leva-o para casa, onde se torna conselheiro do marido, uma pessoa politicamente influente. As observações curtas de Chance são percebidas por todos como afirmações muito profundas.Até um dia em que todos se apercebem que as banalidades que diz são de facto, apenas banalidades.Não se esforcem os intelectuais em querer perceber na "comunicação" aquilo que lá não está. Estou convicto que se trata apenas de banalidades mal alinhavadas.
Óscar Carvalho no Perplexo
Cavaco Muda a Capital do País
domingo, 4 de outubro de 2009
Cavaco Em Quinze Linhas

…Quando Cavaco Silva foi eleito, eu escrevi aqui que nunca tinha sido devoto do culto.
Nunca lhe conheci um pensamento politico que não fosse estratégico apenas para si próprio nem agenda politica que não fosse a do seu interesse pessoal. Nunca o vi gostar de correr riscos nem ter coragem nos momentos difíceis – quer em relação ao país quer em relação ao próprio PSD, que, em grande parte, ainda vive na ilusão de que Cavaco pertence à sua família política, como se ele tivesse alguma família política que não a sua própria. Mas escrevi também que, uma vez eleito, ele passava a ser o Presidente de todos os portugueses e também o meu.
Isso acabou terça-feira passada. O homem que se dirigiu ao país como Presidente de todos os portugueses já não o é mais. Colocou-se a si mesmo como Presidente de uma facção – dos devotos que lhe restam ou da maioria silenciosa e ignorante que não segue ou não entende a gravidade do que se passou.
Por decisão própria, o Presidente da Republica tornou-se neste momento o principal factor de instabilidade, o principal obstáculo ao regular funcionamento das instituições democráticas, que jurou defender. Nada mais será como dantes. E não apenas entre o Presidente e o futuro governo: entre o Presidente e o país.
Miguel de Sousa Tavares no Expresso
Nunca lhe conheci um pensamento politico que não fosse estratégico apenas para si próprio nem agenda politica que não fosse a do seu interesse pessoal. Nunca o vi gostar de correr riscos nem ter coragem nos momentos difíceis – quer em relação ao país quer em relação ao próprio PSD, que, em grande parte, ainda vive na ilusão de que Cavaco pertence à sua família política, como se ele tivesse alguma família política que não a sua própria. Mas escrevi também que, uma vez eleito, ele passava a ser o Presidente de todos os portugueses e também o meu.
Isso acabou terça-feira passada. O homem que se dirigiu ao país como Presidente de todos os portugueses já não o é mais. Colocou-se a si mesmo como Presidente de uma facção – dos devotos que lhe restam ou da maioria silenciosa e ignorante que não segue ou não entende a gravidade do que se passou.
Por decisão própria, o Presidente da Republica tornou-se neste momento o principal factor de instabilidade, o principal obstáculo ao regular funcionamento das instituições democráticas, que jurou defender. Nada mais será como dantes. E não apenas entre o Presidente e o futuro governo: entre o Presidente e o país.
Miguel de Sousa Tavares no Expresso
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Fado Imperfeito

«[...] Perante uma acusação tão grave, era de esperar que o dr. Cavaco apresentasse provas de uma absoluta solidez. Não apresentou. Disse, para começar, que nunca falara de “escutas”. Mas Fernando Lima falara já em “vigilância” (coisa que Belém nunca taxativamente desmentiu); e ele mesmo avisou, em 18 de Setembro, que se iria informar a sério sobre “questões de segurança” e, em particular, sobre a segurança do seu computador e dos computadores da Presidência. Estas conjecturas (as de Lima e as de Cavaco) são, como se perceberá, inteiramente gratuitas. Podem vir do excesso de zelo de um assessor ou dois, como podem vir da simples fantasia do dr. Cavaco. Não acrescentam nada e nem vagamente fundamentam a teoria da “conspiração”.
Face ao discurso do Presidente, não há qualquer motivo para acreditar nele.
Tanto mais quanto o dr. Cavaco toma como um “ultimato” as “declarações” de algumas “destacadas personalidades” do PS (que, de facto, não passam de figuras de terceira ordem), exigindo que ele explicasse a colaboração de membros da sua Casa Civil no programa do PSD. Fora que essa colaboração é provavelmente falsa, até Cavaco reconhece que jamais se limitou a liberdade cívica e política a nenhum funcionário de nenhum antigo Presidente. Mas, reconhecendo isto, não hesitou em usar o episódio como base essencial da conspiração que terça-feira revelou ao país boquiaberto. Com o resultado de que os portugueses ficaram a saber que ele não confia no primeiro-ministro. E, agora, de certeza, o primeiro-ministro nele. Para a situação envenenada em que vivemos, não se arranjava pior.»
Vasco Pulido Valente citado por Eduardo Pitta no Da Literatura
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Hoje, em Belém
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