
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Pela Boca Morre o Peixe

A nova directora do Público continua com a sua "velha" coluna de domingo na Pública.
Mas desta vez, um tanto a despropósito, termina com uma máxima de encher o olho.
Digna de directora capaz destas máximas que nem o Fernandes.
E o que diz Bárbara?
"Podemos medir o nível de desenvolvimentode um país pelo PIB ou pela mortalidade infantil. Eu prefiro usar a medida da qualidade do jornalismo".
É caso para ver o que Bárbara fará do Público.
Mas parece-me que bem pode esperar sentada!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Isabel Alçada, uma lufada de ar fresco, Judite de Sousa uma lufada de bafio!

...Ontem foi Judite de Sousa quem ficou encurralada. A entrevistadora quis politizar tudo porque não sabia como acompanhar as soluções avançadas pela ministra. Foi um duelo desigual. A educação é muito maior que as guerras sindicais. É muito maior que a maldita avaliação. Os professores são essenciais. Os pais, importantes. Os alunos, o objectivo final. Um país começa a construir-se por aqui. Grande lição.
André Macedo no "i"!
domingo, 15 de novembro de 2009
Eu Queria Era Fechar-me nos Estados Unidos mas o Sócrates Lixou-me

Ontem, Mário Crespo levou Berardo ao Jornal das Nove. Queria entalar Vara. Saiu entalado. Imagem para aqui, respeitabilidade para acolá, pessoas acima de toda a suspeita, esgares de perplexidade, enfim, o catálogo todo da indignação. E continua a receber os honorários...?, pergunta Crespo, marreco de saber que sim, mas era preciso dizer em directo, para que o “bom povo” saiba que uns são filhos e outros enteados. Berardo confirma. Com certeza! Explica a tramitação legal. Crespo insiste. Mas... Não há mas, contrapõe Berardo. Há regras! E termina o round de forma magistral: Ouça lá, ó Mário, e se alguém escrever uma carta anónima a acusar você de crimes, e o MP abrir um inquérito, você fecha-se num quarto a chorar? Não se defende? Crespo passou logo para o petróleo.
Eduardo Pitta no Da Literatura
O Que Diz Rui Rangel
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Limpar o "i"

Pedro Lomba deixou o "i", onde perorava uma vez por semana, e começou a escrever no Público às terças e quintas.
Sugiro à direcção do jornal que deixe partir Paulo Tunhas, Jaime Nogueira Pinto e João Carlos Espada.
Assim o "i" pouparia uns dinheiritos e contribuiria para o progresso do Público.
Uma autêntica barbaridade!
CORRECÇÃO : Ao comprar o "i" hoje, deparei com a habitual crónica de Pedro Lomba.
Afinal o senhor vai ficar nos dois jornais.
É o oportunismo, dos dois jornais e de Lomba, mesmo depois do escândalo das Sónias.
Afinal tanta conversa mas para ele o crime também compensa.
Há-de chegar longe!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Pseudónimos, Heterónimos & Outros Anónimos

Segundo a comunicação social também o CDS terá sido bafejado com dinheiros do Sr. Manuel Godinho.
Entretanto, altos responsáveis daquele partido apressaram-se a dizer que o nome do senhor não consta da lista de doadores respeitante ao ano de 2001.
Acrescentaram ainda que, nessa altura ninguém saberia quem era Manuel Godinho.
Mas eu pergunto a João Almeida se, por acaso, não constará nessa lista o Sr. Jacinto Leite Capelo Rego.
É que isso explicaria muita coisa!
Entretanto, altos responsáveis daquele partido apressaram-se a dizer que o nome do senhor não consta da lista de doadores respeitante ao ano de 2001.
Acrescentaram ainda que, nessa altura ninguém saberia quem era Manuel Godinho.
Mas eu pergunto a João Almeida se, por acaso, não constará nessa lista o Sr. Jacinto Leite Capelo Rego.
É que isso explicaria muita coisa!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Futebóis

José Eduardo Bettencourt já apresentou novo treinador do Sporting!
Chama-se Paolo Bienti, é italiano, um completo desconhecido para o mundo do futebol e foi hoje ao final da tarde apresentado como treinador do Sporting.
O novo treinador surpreendeu pelo seu fluente português, mas foi parco em palavras, prometeu trabalho, pediu tranquilidade aos sócios e jogadores, e ainda avisou que não gosta muito de jogadores sérvios nem pensa mudar o losango como esquema de jogo. Por seu lado José Eduardo Bettencourt realçou a dificuldade em encontrar um substituto à altura, mas acredita que este treinador italiano é o único capaz de preencher o vazio que tem no coração e que foi uma sorte encontrar alguém assim em tão pouco tempo.
Chama-se Paolo Bienti, é italiano, um completo desconhecido para o mundo do futebol e foi hoje ao final da tarde apresentado como treinador do Sporting.
O novo treinador surpreendeu pelo seu fluente português, mas foi parco em palavras, prometeu trabalho, pediu tranquilidade aos sócios e jogadores, e ainda avisou que não gosta muito de jogadores sérvios nem pensa mudar o losango como esquema de jogo. Por seu lado José Eduardo Bettencourt realçou a dificuldade em encontrar um substituto à altura, mas acredita que este treinador italiano é o único capaz de preencher o vazio que tem no coração e que foi uma sorte encontrar alguém assim em tão pouco tempo.
(Recebido por e-mail, sem referência de fonte)
Comidas, Bebidas & Outros Cozinhados

O que acontece a Sócrates, então, pode acontecer a qualquer um. Basta haver interesse. Eu poderei ser escutado a falar com um amigo, apenas porque esse amigo está a ser investigado pela Judiciária. Na conversa poderei dizer que me está a apetecer muito comer uma francesinha, que gosto de italianas bem quentes, que detesto cariocas e que não suporto galões. Meses mais tarde, o cabrão do 2º F, que se dá com a malta certa para conseguir as coisas erradas, distribui pelas caixas de correio do prédio um panfleto onde revela que eu fui apanhado em escutas a falar da minha vida sexual promíscua, do meu xenofobismo e da ameaça que represento para as chefias militares. E lá se vai por água abaixo o noivado com a vizinha do 4º andar, filha de coronel.
Val de Valupi no Aspirina-B (excerto)
Alcoviteiros é Pouco!

Os Alcoviteiros
Textos como este (que, a bem da educação, me vou abster de qualificar) eram impensáveis há uns anos. Dirão que ainda bem, que se quebram tabus. Nem isso é verdade. A relação de Sá Carneiro com Snú chegou a ser usada politicamente por pessoas com enormes responsabilidades. Mas, em geral, há um pudor português, um pouco hipócrita, que faz com que não se envolva a vida privada dos políticos no debate. E ainda bem. A essa hipocrisia, como a outras, chama-se civilidade. Quem diz tudo o que pensa não é corajoso, é apenas idiota. E quem é sempre frontal não é sincero, é só inconsciente.
Mas com os comentários na net, a “conversa” permanente sem mediadores, Portugal vai perder a sua inocência. E isto não vai ficar melhor. É por isso que a única saída que resta a um político (ou a qualquer figura pública) é nem abrir um pouco a janela. Para poder dizer, à primeira pessoa que faça a mais inocente referência à sua vida familiar, “não lhe admito!” Não ser nem casado, nem solteiro, nem hetero, nem gay, nem bi. Às vezes uma pessoa distrai-se, mas não pode. Nos tempos que correm, temos de ser apenas personagens. A intimidade, essa, tem de estar bem longe dos olhares públicos. Porque não há qualquer pudor em usar a vida privada contra a pessoa pública, tem de defender com unhas e dentes os que lhe estão próximos. O amor já é suficientemente difícil sem milhares de alcoviteiros a comentar. E por eles, desculpem, tenho um desprezo sem fim. Porque usar os amores dos outros para os atacar é o maior acto de cobardia que me ocorre.
Só que este post tem um subtexto: o incómodo por haver mulheres públicas que são mais do que esposas de senhores importantes. Têm opiniões. Lutam por elas. Por vezes com violência. Terá a Fernanda influência nas opiniões de José Sócrates? Não faço ideia mas é provável. Ela, os amigos e amigas dele, os colunistas que ele lê, os seus assessores e ministros, os seus camaradas de partido. No fim é ele que decide o que quer e é ele que é julgado por o que decide. Qual é então o sentido do texto de Vasco Lobo Xavier? Transformar o tema num assunto de alcova e transformar a Fernanda numa espécie de Mata Hari das causas fracturantes. E isto revela o machismo profundo que vive dentro destas cabeças. As mulheres ou são esposas serenas, as grandes mulheres que estão “atrás” dos grandes homens, ou dissimuladas fêmeas que os manipulam, umas sarnas que lhes moem a cabeça quando eles chegam a casa cansados.
Só no dia em que esta gente conseguir, por um segundo que seja, olhar para uma mulher sem pensar de quem ela é esposa ou namorada é que ficaremos a saber que perceberam em que século vivem.
Textos como este (que, a bem da educação, me vou abster de qualificar) eram impensáveis há uns anos. Dirão que ainda bem, que se quebram tabus. Nem isso é verdade. A relação de Sá Carneiro com Snú chegou a ser usada politicamente por pessoas com enormes responsabilidades. Mas, em geral, há um pudor português, um pouco hipócrita, que faz com que não se envolva a vida privada dos políticos no debate. E ainda bem. A essa hipocrisia, como a outras, chama-se civilidade. Quem diz tudo o que pensa não é corajoso, é apenas idiota. E quem é sempre frontal não é sincero, é só inconsciente.
Mas com os comentários na net, a “conversa” permanente sem mediadores, Portugal vai perder a sua inocência. E isto não vai ficar melhor. É por isso que a única saída que resta a um político (ou a qualquer figura pública) é nem abrir um pouco a janela. Para poder dizer, à primeira pessoa que faça a mais inocente referência à sua vida familiar, “não lhe admito!” Não ser nem casado, nem solteiro, nem hetero, nem gay, nem bi. Às vezes uma pessoa distrai-se, mas não pode. Nos tempos que correm, temos de ser apenas personagens. A intimidade, essa, tem de estar bem longe dos olhares públicos. Porque não há qualquer pudor em usar a vida privada contra a pessoa pública, tem de defender com unhas e dentes os que lhe estão próximos. O amor já é suficientemente difícil sem milhares de alcoviteiros a comentar. E por eles, desculpem, tenho um desprezo sem fim. Porque usar os amores dos outros para os atacar é o maior acto de cobardia que me ocorre.
Só que este post tem um subtexto: o incómodo por haver mulheres públicas que são mais do que esposas de senhores importantes. Têm opiniões. Lutam por elas. Por vezes com violência. Terá a Fernanda influência nas opiniões de José Sócrates? Não faço ideia mas é provável. Ela, os amigos e amigas dele, os colunistas que ele lê, os seus assessores e ministros, os seus camaradas de partido. No fim é ele que decide o que quer e é ele que é julgado por o que decide. Qual é então o sentido do texto de Vasco Lobo Xavier? Transformar o tema num assunto de alcova e transformar a Fernanda numa espécie de Mata Hari das causas fracturantes. E isto revela o machismo profundo que vive dentro destas cabeças. As mulheres ou são esposas serenas, as grandes mulheres que estão “atrás” dos grandes homens, ou dissimuladas fêmeas que os manipulam, umas sarnas que lhes moem a cabeça quando eles chegam a casa cansados.
Só no dia em que esta gente conseguir, por um segundo que seja, olhar para uma mulher sem pensar de quem ela é esposa ou namorada é que ficaremos a saber que perceberam em que século vivem.
Daniel Oliveira no Arrastão
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Barbaridades no Público

Ao fim da primeira semana a nova "politica de editoriais" do Público está a revelar-se um autêntico desastre.
Um editorial, não assinado e exibindo a posição oficial do jornal, tem de ser uma prosa séria, reflectida.
Não é matéria para "encher chouriços" todos os dias.
Quanto ao resto ainda é cedo para observar mudanças.
O que é certo é que a apresentação gráfica do "i" parece imbatível.
E, perante a sensaboria dos editoriais, quase cheguei a ter saudades das barbaridades (não é piada) do José Manuel Fernandes!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um Grande Futuro
As Açoteias de Vidro

No fim de semana um jornalista "ingénuo" comentou que aquilo que, no caso Face Oculta, "safa" o PS são os telhados de vidro dos outros partidos.
Como se não soubesemos que, no caso BPN, o que "safou" o PSD foram os telhados de vidro do PS.
Como se não soubessemos que, no caso dos sobreiros e dos submarinos, o CDS se safou graças aos telhados de vidro do PS e do PSD.
Vão-se safando uns aos outros.
Até naqueles casos em que,não existindo telhados, existem açoteias.
Como em Boliqueime!
sábado, 7 de novembro de 2009
O Crime (às vezes) Não Compensa

Asfixia das sondagens ou a sondagem das asfixias?
A popularidade de Cavaco Silva não pára de cair. Uma sondagem da Rádio Renascença, SIC e Expresso, revela que o Presidente da República registou um queda bastante significativa, de 27,4% para 3,5%.
Parece que o povo português julgou "improcedentes" as suspeitas não fundamentadas de Cavaco Silva e "indeferiu" o "pedido/tentativa" de manipulação eleitoral a partir do Palácio de Belém nos cafés da Avenida de Roma, a julgar pelos recentes resultados eleitorais e pela evolução das sondagens!Pois é, a democracia não suspensa tem destas coisas!
A popularidade de Cavaco Silva não pára de cair. Uma sondagem da Rádio Renascença, SIC e Expresso, revela que o Presidente da República registou um queda bastante significativa, de 27,4% para 3,5%.
Parece que o povo português julgou "improcedentes" as suspeitas não fundamentadas de Cavaco Silva e "indeferiu" o "pedido/tentativa" de manipulação eleitoral a partir do Palácio de Belém nos cafés da Avenida de Roma, a julgar pelos recentes resultados eleitorais e pela evolução das sondagens!Pois é, a democracia não suspensa tem destas coisas!
Paulo Ferreira em A Regra do Jogo
Pacheco, o Doentio
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Não Será a Solução, Mas...

As agências de comunicação tratadas como as de informação?
A direcção da Casa dos Açores em Lisboa organizou este fim de semana um jantar-debate sobre a influência da comunicação social na vida política. Mário Bettencourt Resendes foi o orador convidado , adequado e acutilante, sempre dentro daquele quadro de equilíbrio cósmico com que os açorianos respondem historicamente às convulsões da natureza. Na minha breve intervenção , propus que se incluísse, nas normas redactoriais, que as matérias oriundas das agências de comunicação fossem assinaladas como tais, como se faz, aliás, para as notícias das clássicas agências de informação como a Reuters, a AFP, ou a Lusa.É um objectivo saudável para a relação de transparência que deve existir entre a imprensa e público.Portanto acabará por entrar nos costumes, ou nos livros de estilo.Quanto mais depressa melhor.
A direcção da Casa dos Açores em Lisboa organizou este fim de semana um jantar-debate sobre a influência da comunicação social na vida política. Mário Bettencourt Resendes foi o orador convidado , adequado e acutilante, sempre dentro daquele quadro de equilíbrio cósmico com que os açorianos respondem historicamente às convulsões da natureza. Na minha breve intervenção , propus que se incluísse, nas normas redactoriais, que as matérias oriundas das agências de comunicação fossem assinaladas como tais, como se faz, aliás, para as notícias das clássicas agências de informação como a Reuters, a AFP, ou a Lusa.É um objectivo saudável para a relação de transparência que deve existir entre a imprensa e público.Portanto acabará por entrar nos costumes, ou nos livros de estilo.Quanto mais depressa melhor.
José Medeiros Ferreira no Bichos Carpinteiros
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Marcelices (II)
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Marcelices (I)
Cavaco, Cooperação,Coerência, Transparência e Lisura

Poderemos dar-nos ao luxo de prescindir daqueles que revelam as suas altas qualificações e que deram provas no desempenho das suas responsabilidades?
Esta interpelação colocou-a Cavaco, no auge da cooperação estratégica, quando a festança já entrava pela noite dentro: Dalila Rodrigues havia sido exonerada de directora do Museu Nacional de Arte Antiga, depois de criticar vezes sem conta a tutela. Marques Mendes, o líder da época, acorrera de imediato ao museu para consolar Dalila em directo para as televisões e, como é da praxe, as câmaras estavam no sítio certo para captar imagens de manifestações espontâneas em defesa de Dalila, que acabou por sair do museu como uma peça de arte antiga.Regressada sem glória a Viseu, alguém se lembrou de Dalila para directora da Casa das Histórias de Paula Rego. Não aqueceu o lugar. Mas agora coube à Câmara de Cascais, afecta ao PSD, apontar-lhe a porta de saída. Nem uma só voz, a não ser a da interessada, se ouviu: o Presidente da República continua em convalescença, ninguém se pôs ao caminho até Cascais para a consolar e os manifestantes espontâneos parecem desmobilizados.
Esta interpelação colocou-a Cavaco, no auge da cooperação estratégica, quando a festança já entrava pela noite dentro: Dalila Rodrigues havia sido exonerada de directora do Museu Nacional de Arte Antiga, depois de criticar vezes sem conta a tutela. Marques Mendes, o líder da época, acorrera de imediato ao museu para consolar Dalila em directo para as televisões e, como é da praxe, as câmaras estavam no sítio certo para captar imagens de manifestações espontâneas em defesa de Dalila, que acabou por sair do museu como uma peça de arte antiga.Regressada sem glória a Viseu, alguém se lembrou de Dalila para directora da Casa das Histórias de Paula Rego. Não aqueceu o lugar. Mas agora coube à Câmara de Cascais, afecta ao PSD, apontar-lhe a porta de saída. Nem uma só voz, a não ser a da interessada, se ouviu: o Presidente da República continua em convalescença, ninguém se pôs ao caminho até Cascais para a consolar e os manifestantes espontâneos parecem desmobilizados.
Miguel Abrantes no Câmara Corprativa
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Photoshop

...O termo Photoshop vulgarizou-se de tal forma que é hoje usado com um sentido de demérito.No discurso masculino serve de alerta: "Cuidado... só a conheces da Net? Olha, ela está muito photoshopada". E no feminino é insulto desdenhoso. "Eu vi-a, mas ela precisa é de muito photoshop naquele corpinho"...
Luis Pedro Nunes no Expresso
domingo, 1 de novembro de 2009
Nova Direcção no Público

De qualquer modo hoje é um grande dia.
Na verdade, não tenho a ilusão de que o Público vá mudar para melhor.
O “progresso” dos últimos anos prevê que a caminhada para a tabloidização é inexorável (o jornal tem que dar dinheiro, tal como os supermercados).
Com muita sorte poderemos ter um “cinzentismo” pseudo independente no melhor estilo Expresso.
José Manuel Fernandes fez muito mal ao jornal.
Designadamente tornando-o um púlpito dos seus interesses pessoais.
Convém, no entanto, perceber que tudo isto não é obra de um homem só.
Outros jornalistas acolitaram Fernandes na abjecção, na encomenda, na defesa de interesses partidários.
Tudo sob o comando da administração, braço armado de Belmiro, ressabiado com Sócrates por não lhe ter vendido a PT (para ele ir a correr vender aos franceses).´
Será bom que os bons jornalistas que por lá andam tenham uma palavra a dizer.
Não basta dizer que a corporação tem as costas largas.
Bem sei que querem manter o posto de trabalho mas também têm de trabalhar para inverter a péssima imagem que têm junto da opinião pública.
E até de alguns ídolos da canção de protesto para tristeza dos mais honestos.
De qualquer modo hoje é um grande dia.
Mas, tal como Santana, Lima e outros espertos o homem parece que vai continuar a andar por aí!
Na verdade, não tenho a ilusão de que o Público vá mudar para melhor.
O “progresso” dos últimos anos prevê que a caminhada para a tabloidização é inexorável (o jornal tem que dar dinheiro, tal como os supermercados).
Com muita sorte poderemos ter um “cinzentismo” pseudo independente no melhor estilo Expresso.
José Manuel Fernandes fez muito mal ao jornal.
Designadamente tornando-o um púlpito dos seus interesses pessoais.
Convém, no entanto, perceber que tudo isto não é obra de um homem só.
Outros jornalistas acolitaram Fernandes na abjecção, na encomenda, na defesa de interesses partidários.
Tudo sob o comando da administração, braço armado de Belmiro, ressabiado com Sócrates por não lhe ter vendido a PT (para ele ir a correr vender aos franceses).´
Será bom que os bons jornalistas que por lá andam tenham uma palavra a dizer.
Não basta dizer que a corporação tem as costas largas.
Bem sei que querem manter o posto de trabalho mas também têm de trabalhar para inverter a péssima imagem que têm junto da opinião pública.
E até de alguns ídolos da canção de protesto para tristeza dos mais honestos.
De qualquer modo hoje é um grande dia.
Mas, tal como Santana, Lima e outros espertos o homem parece que vai continuar a andar por aí!
Um Politico Muito Moderno

...Rangel corporiza o modelo clássico do político à portuguesa, paradigma que o PSD exemplarmente cultivou: licenciados em Direito, cínicos, sanguíneos, de chã ambição. A sua agressividade verbal simula uma capacidade de liderança que a intuição não confirma. A facilidade com que mente, e a grosseria das mentiras, é demasiado obscena para sequer ter direito a um período de dúvida expectante. Mas ele pode ser muito útil para a politica nacional: basta vê-lo como farol, faiscando no breu tempestuoso onde navega o PSD, e saber que ir na sua direcção é ter a certeza de acabar naufragado ou encalhado.
Val no Aspirina-B (excerto)
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