
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Ao Jumento
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Charme (Nada Discreto) da Burguesinha
sábado, 27 de fevereiro de 2010
De CAA a CA...Z
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Guerra Sem Quartel
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Marcelo Herrero

O Professor Comentarista
O professor comentarista é único na retórica compulsiva, no gesto maníaco, na superficialidade temática. Represente a face visível do não direito, a morte do contraditório. Fez da política uma intriga e da intriga um projecto. Está para o comentário como o professor Herrero está para o espectáculo. É tudo uma questão de facas. Só que o professor Herrero as vai espetando em si mesmo e o professor comentarista as vai espetando nos outros. Gente assim tem sempre o poiso mediático garantido. Apesar da asfixia.
A.R. em Direitos dos Outros
Orgulho e Preconceito...e Vodka*?
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A Cartola de Sócrates
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Parabéns a Vocês
Chantagens
Afinal Portas poderá levar o CDS a não se abster caso não goste do PEC e outras minudências.
E enfantiza (todo ele é enfático) que também vai estar atento à eventual nomeação de um substituto de Constâncio no Banco de Portugal.
Este Portas é um prodígio.
Vamos fazer-lhe a vontade?
BAGÃO FÉLIX, está bem?
BAGÃO FÉLIX, está bem?
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Nervosos

Os mercados ficaram enervados com a perspectiva de uma vaga de protestos sindicais contra as medidas de austeridade em Espanha, Portugal e Grécia.”
Financial Times
Os “mercados”, e sobretudo muitos dos que escrevem sobre os ditos, coitados, enervam-se com sindicatos, partidos de esquerda e toda a tralha da democracia: uma fonte de perturbação, rigidez e fricção. A expressão rigidez, aplicada às relações laborais, por exemplo, é todo um manual de intoxicação ideológica, que muito contribui para esta crise.
A utopia dos “mercados”, na ausência de contrapoderes fortes, tende a trabalhar para a limitação e erosão da democracia. Por isso, a minha única esperança é que tenham muito, mas mesmo muito, com que se enervar. Ontem parece que houve uma manifestação concorrida em Lisboa. O desafio, como o Nuno Teles argumenta, é enervar à escala europeia. Enervar para reformar.
Por outro lado, sabemos, pelos estudos na área dos determinantes sociais da saúde, que certas formas de instituir os mercados com vista à sua expansão, e a injustiça social que assim é gerada, fazem mesmo mal aos nervos, à saúde, das pessoas propriamente ditas
Financial Times
Os “mercados”, e sobretudo muitos dos que escrevem sobre os ditos, coitados, enervam-se com sindicatos, partidos de esquerda e toda a tralha da democracia: uma fonte de perturbação, rigidez e fricção. A expressão rigidez, aplicada às relações laborais, por exemplo, é todo um manual de intoxicação ideológica, que muito contribui para esta crise.
A utopia dos “mercados”, na ausência de contrapoderes fortes, tende a trabalhar para a limitação e erosão da democracia. Por isso, a minha única esperança é que tenham muito, mas mesmo muito, com que se enervar. Ontem parece que houve uma manifestação concorrida em Lisboa. O desafio, como o Nuno Teles argumenta, é enervar à escala europeia. Enervar para reformar.
Por outro lado, sabemos, pelos estudos na área dos determinantes sociais da saúde, que certas formas de instituir os mercados com vista à sua expansão, e a injustiça social que assim é gerada, fazem mesmo mal aos nervos, à saúde, das pessoas propriamente ditas
João Rodrigues no Arrastão
Adivinhos
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Mena Tónica


Aqui há dias, a senhora tem dias quasi sempre infelizes, Mena Mónica deu-lhe para defender Marcelo mai-la sua charla dominical. Mena sabe que aquilo é um chorrilho de insinuações, alfinetadas, propaganda a si próprio, designadamente a fazer o caminho para uma futura candidatura a PR.
Tudo isso, e muito mais, lhe tem sido dito pelos amigos.
Mas Mena está-se nas tintas.
Para ela o grande intriguista é genial.
E, coitada, ao domingo prescinde do jantar e planta-se em frente à TV comendo um "croissant"e bebendo "vodka".
E porque não rematar com uma "vichissoise"?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Invejas Nesta Mesquinha Capelinha

Que eu tenha dado conta foi o inefável Medeiros Ferreira que abriu as "hostilidades".
Sempre disponível para exercícios mordazes contra Sócrates.
Agora é a nomeação de Maria de Lourdes Rodrigues para a presidência da FLAD.
Não, não queria o lugar para ele, longe disso.
Mas terá sido uma ingratidão para um actual administrador que mereceria a presidência.
O ciclo só terminará embeleza com uma grandiloquente prosa do Vasco, no Público.
Arrasador, certeiro e eficaz como só ele!
domingo, 10 de janeiro de 2010
A Ressureição Por Balsemão
sábado, 9 de janeiro de 2010
Quero Uma Mulher

Uma mulher como Presidente de Portugal, é o que nos faz falta. Para arrumar o Regime, lavar a República, confeccionar a Democracia. E passar a ferro os pulhas que conspurcaram Belém
Val em valupi no Aspirina-B
Rimsky-Korsakov - Scheherazade (1/5)
Farto dos CAA, das Joanas,dos Ramos ,das Helenas Matos,das Constanças, dos Crespos., prefiro dedicar-me a outros assuntos e sublinhar a excelência do concerto de ontem à tarde na Gulbenkian.
Farto dos parasitas do comentário politico!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Este Homem Ainda Vai Longe...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Bocas do Inferno

...O ateísmo tem sido, para mim e para tantos outros incréus, a luz que me tem conduzido na vida. Às vezes fraquejo, em momentos de obscuridade e de dúvida, mas, mesmo sendo incapaz de provar a inexistência de Deus, tenho conseguido manter a fé - uma fé íntima fundada numa peregrinação que tem a grandeza e a humildade da longa caminhada da vida - em que Ele não exista. Todos os dias busco a não-existência do Senhor com renovada crença, ciente de que a Sua inexistência é misteriosa demais para que eu a tenha inventado.
... Quando alguém diz acreditar em Deus, está a exprimir legitimamente a sua fé; quando um ateu ousa afirmar que não acredita, está a agredir as convicções dos crentes. Ser crente é merecedor de respeito, ser ateu é um crime contra a humanidade. Ainda assim, esperava ter sido saudado. Eu não acredito em Cristo, mas sempre acreditei nos cristãos. É a primeira vez que vejo um deles recusar ao menos uma saudação a um pecador.
Ricardo Araujo Pereira na Visão (excertos)
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Ma"i"s L"i"xo
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Na Pública do Público aparece um inquérito criado por Miguel Esteves Cardoso, Pedro Mexia e José Diogo Quintela.
Inquérito interessante, fora do comum, embora a atirar para o pretensioso ("snob").
Tem merecido algumas respostas interessantes de alguns inquiridos.
Desta feita fartei-me de rir com a resposta de Manuel António Pina à pergunta "Que jornal usaria para matar um insecto?" o escritor respondeu : "Não costumo matar insectos...Uso é insectos para matar revistas. Neste momento estão a devorar um monte de is com entrevistas da Laurinda Alves na arrecadação".
Resta saber se a quantidade não seria maior se fossem as entrevistas da Maria João Avillez!
Adília Lopes - "Louvor do lixo"
Gosto da poesia de Adília Lopes.
Agradeço a Ana Vidigal, do "jugular"
As Poporções Inversas na Escrita de João Miguel Tavares

Num dos últimos números do Correio da Manhã anunciavam os novos colunistas do jornal e teciam-se algumas loas aos anunciados.
O que mais me tocou foi dizerem que a escrita de João Miguel Tavares tinha um sentido lúdico.
Pois é, esse o problema,quando só interessa o sentido lúdico, ou estético ou do retorno do vil metal.
Quando assim é o lado ético tem tendência a desaparecer.
Precisamente na proporção inversa.
O que mais me tocou foi dizerem que a escrita de João Miguel Tavares tinha um sentido lúdico.
Pois é, esse o problema,quando só interessa o sentido lúdico, ou estético ou do retorno do vil metal.
Quando assim é o lado ético tem tendência a desaparecer.
Precisamente na proporção inversa.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Nalguma Coisa Haviamos de Estar em Primeiro

Não me interessam as várias e disfarçadas etapas de propaganda eleitoral conducentes à candidatura de Cavaco.
Ele está em campanha há muito.
Até antes do fatidico Verão passado.
O que me preocupa é que apesar das apregoadas dificuldades, segundo a comunicação social :
"O futebol português é, para já, o mais gastador da Europa no mercado de Inverno, que oficialmente abre hoje e encerra no dia 31, com 17 milhões de euros investidos em novos jogadores"
Enquanto isto Cavaco, compungido, lá vai enganando (algum) pagode.
Como se nada tivesse a ver com isto.
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