
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Cavaco e a Pesca À Linha (II)
Reparem Só No Vasco Graça Moura!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Cavaco e a Pesca À Linha

De modo evidente e mediatizado Cavaco, em busca da reeleição, começou a época da pesca à linha.Recebeu hoje o homem que, há dias, em entrevista a um jornal, disse que ele era um ditador, muito embora depois viesse a suavizar posições.
Alegadamente quis ouvir o empresário sobre o que ele pensa da situação do país.
Este, aproveitou para referir estar contra os aumentos de impostos.
Estes fariam diminuir o consumo e lá poderia ir por água abaixo o negócio de telemóveis e géneros de mercearia.
Este gesto de Cavaco mostra à saciedade que as campanhas eleitorais são excessivamente onerosas e que o senhor pretendendo não ser politico é igualzinho aos outros.
Provavelmente mais calculista e manhoso !
Olha Quem Fala!

Marcelo Rebelo de Sousa, citado pelo "i" afirma que "Ele (Sócrates) mente tantas vezes aos portugueses que às vezes se esquece que está a mentir".
Isto dito pelo mediático intriguista- mor do reino tem um valor e credibilidade incalculáveis.
A não ser que o dislate tenha sido para consumo interno, no congresso do PSD.
Lá, onde até se vota sem saber o que se vota.
Vai uma vichysoise?
domingo, 14 de março de 2010
Onde Está o Pacheco?

Não segui com muita atenção o Congresso do PSD.
Também aquilo não é para ser levado a sério.
Sucede que não vi por lá o Pacheco Pereira, nem sequer como comentador da SIC.
Traumatismos antigos?
De qualquer modo gostaria de o ver a lutar contra a famigerada lei da rolha dos 60 dias.
Vejam lá onde acabou por vir parar a asfixia democrática!
O grande educador ter-se-á refugiado na sua Marmeleira arrepelando barba e cabelo?
Afinal, onde está o Pacheco?
PSD - Ao Qu'Aquilo Chegou!

Esse mesmo partido acaba de manchar um Congresso com a aprovação de uma “lei da rolha” proposta por um tipo (PSL) em eterno ajuste de contas com o passado; algo que nem o PCP stalinista jamais se atreveu a consagrar; tudo feito com a complacência bovina de centenas de delegados e de todos os candidatos e antigos presidentes. Foi aliás patético ver todos os candidatos, de forma muito politicamente correcta, a manifestarem a sua discordância com tal norma no final do Congresso, mas nenhum teve a hombridade de a contestar abertamente no plenário. Todos provaram assim a sua falta de grandeza.
LR no Blasfémias
Citações - Juventude em Marcha
Citações - Estado de Guerra

É um filme sobre o medo, sobre as partículas de suor do medo. Sobre o domínio do medo e a exaltação do medo.É um filme sobre a guerra invisivel das vidas vulgares. É um filme sobre o universal som do silêncio antes da explosão . Bigelow sabe o que faz. Não filma john wayne, filma john do. Filma o soldado desconhecido.
Clara Ferreira Alves no Expresso
sábado, 13 de março de 2010
Encornar no Banco de Portugal

Aqui há dias li, e não quis acreditar que o candidato preferido de Sócrates para governador do Banco de Portugal seria o ex-ministro Manuel Pinho.
Pensei logo que se tratasse de contra-informação na qual embarcam muitos jornalistas com prazer e às vezes com proveito.
Hoje, no Expresso, Nicolau Santos parece confirmar isso, embora de uma forma ínvia mas bem explicita, no velho estilo do semanário com a utilização de condicionais e outras flores estilisticas.
Não consigo perceber como Sócrates quer ver no Banco de Portugal ou mesmo na Caixa Geral de Depósitos um "gaffeur" profissional.
Enfim uma tourada - o descrédito total!
A Grande Líder Também Mente

Hoje, no discurso da abertura do Congresso do PSD, Manuela Ferreira Leite disse que a sua passagem como "lider"(?) do partido tinha vindo dar credibilidade ao partido.
Como a senhora é tudo menos ingénua, deduzo que mentiu aos congressistas e ao país.
Se o partido não tinha credibilidade seguramente não foi com ela e seus conselheiros que a recuperou.
Antes pelo contário.
As últimas legislativas e as sondagens que têm vindo a público assim o confirmam.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Compre Agora e Pague Depois

Em declaração prestada ao jornal "i" Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa, disse que "a cultura do compre agora e pague depois não aumentou a felicidade, e talvez uma vida mais simples traga mais bem-estar. É preciso repensar tudo isto.Os sacrificios que vão sendo pedidos implicam reflexões profundas sobre os estilos de vida...".
A propósito de estilos de vida lembrei-me de dois filmes publicitários que estão a passar nas salas de cinema, um da Optimus outro da Superbock.Impecavelmente realizados são um livro aberto quanto ao estilo de vida que querem inculcar nos portugueses. O facilitismo, a despreocupação, a uniformização de comportamentos e consumos.
Na realidade o mercado é um prodígio...
quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Planos Há Muitos, seus Palermas!

José Eduardo Moniz afirmou e reafirmou que o governo teve um plano para controlar a comunicação social.*
Já Marinho Pinto declara que os magistrados têm um "plano" para derrubar Sócrates.
Quanto a planos estamos bem servidos.
Como os antigos rebuçados - a cada cor seu paladar.
*
Eduardo Moniz deve saber do que fala. A sua experiência na RTP de Cavaco é elucidativa.
O inocente finge não saber que o objectivo de todos os governos é controlar a comunicação social.
Mesmo o governo Balsamão - aquela lenda do Expresso foi só para disfarçar!
terça-feira, 9 de março de 2010
Conhecer o País

Em entrevista à TSF o ex-PCP Pina Moura, mais conhecido pelo cardeal eminência parda nos tempos de Guterres, insurgia-se contra a criação do escalão máximo de IRS (45%).
Dizia ele que a classe média iria ser prejudicada.
Ele disse mesmo classe média (para ter efeito mediático).
Gostaria que ele me indicasse quem, na classse média, tem um nível de rendimento que o posicione naquele escalão.
Só se for o próprio que apesar dos proventos, e sendo muito modesto, se considere classe média.
Mas isso são opções pessoais...
Não Há Coincidências?

Porque será que, no dia em que, em Maputo, era entregue, com pompa e circunstância, o Prémio Leya de Literatura, os meios de comunicação portugueses davam destaque à destruição de livros que o mesmo grupo editorial tinha há muito em armazém.
É condenavel e até criminoso destruir livros nestas circunstâncias, mas há coincidências que não me convencem...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Conselho aos Conselheiros de Cavaco

...o nosso amigo sempre foi desses leitores apaixonados que sublinham os romances a lápis, mas começam logo na primeira linha e correm entusiamados pelo livro, traçam riscos horizontais como carris-de ferro debaixo das frases, e barras verticais nas margens das folhas, diques para que as ideias e as falas não se entornem, e chegam à última palavra sem no fundo destacarem nada. Sublinharam tudo e tudo o que está no livro lhes pertence...
Rui Cardoso Martins no Público
domingo, 7 de março de 2010
Agradecimento
Raros Momentos de Lucidez
sábado, 6 de março de 2010
Quem Fala Assim Não é Gago
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vende-se
Pressões, Balsemões e Outros Figurões

Primeiro cito as declarações de Pinto Balsemão à Comissão de Ética, no passado dia 3 de Março.
“Talvez por ser jornalista, a minha atitude foi diferente quando fui primeiro-ministro. E lembro-me de, nessa altura, o meu jornal, o Expresso, me atacar, e de me atacar de uma forma algo freudiana”.
Agora passo a contar esta minha pequena minha história.
Aconteceu certa noite, entre 1981 e 1983. Não me recordo exactamente em que dia, em que ano, nem a que propósito tocou o telefone nessa noite. Mas tocou. E fui eu quem o atendeu.
- Está lá? Boa noite...
- Boa noite! Estou a ligar para casa do Manuel Beça Múrias?
- Sim, quem fala?
- Francisco Pinto Balsemão...
Com o coração a bater forte, respondi:
- Vou já chamar o meu pai...
E lá fui a correr até à sala da televisão chamá-lo.
Quando lhe disse quem era ao telefone, o meu pai não me pareceu nervoso. O semanário O Jornal, em 1981 era um jornal de referência e principal concorrente do Expresso. O meu pai era uma das suas figuras mais destacadas. E Pinto Balsemão ao telefone, mesmo sendo primeiro-ministro, não era nada de chocante para aquele tempo.
Fiquei na sala. Largos minutos depois o meu pai voltou.
Voltou a sentar-se à frente da TV, e disse-me antes que eu desatasse a fazer pergunta
- O Expresso anda a dar-lhe porrada...
Nem meia hora depois adormeceu, como sempre adormecia, a meio de um filme...~
“Talvez por ser jornalista, a minha atitude foi diferente quando fui primeiro-ministro. E lembro-me de, nessa altura, o meu jornal, o Expresso, me atacar, e de me atacar de uma forma algo freudiana”.
Agora passo a contar esta minha pequena minha história.
Aconteceu certa noite, entre 1981 e 1983. Não me recordo exactamente em que dia, em que ano, nem a que propósito tocou o telefone nessa noite. Mas tocou. E fui eu quem o atendeu.
- Está lá? Boa noite...
- Boa noite! Estou a ligar para casa do Manuel Beça Múrias?
- Sim, quem fala?
- Francisco Pinto Balsemão...
Com o coração a bater forte, respondi:
- Vou já chamar o meu pai...
E lá fui a correr até à sala da televisão chamá-lo.
Quando lhe disse quem era ao telefone, o meu pai não me pareceu nervoso. O semanário O Jornal, em 1981 era um jornal de referência e principal concorrente do Expresso. O meu pai era uma das suas figuras mais destacadas. E Pinto Balsemão ao telefone, mesmo sendo primeiro-ministro, não era nada de chocante para aquele tempo.
Fiquei na sala. Largos minutos depois o meu pai voltou.
Voltou a sentar-se à frente da TV, e disse-me antes que eu desatasse a fazer pergunta
- O Expresso anda a dar-lhe porrada...
Nem meia hora depois adormeceu, como sempre adormecia, a meio de um filme...~
Pedro Beça Múria no Albergue Espanhol
quinta-feira, 4 de março de 2010
País Pobre País

Há aí uns rapazes que me fazem lembrar tanto o Pacheco de Fradique que custa a imaginar não o façam de propósito. Rebolam-se, arrogantes, todos pelo mesmo clube: afagam-se uns aos outros com panegíricos tautológicos, nunca concretizam os juízos que proferem com a autoridade do “assistentado” (espertalhões auto-graduados em “professores universitários”, “ensaístas” e “analistas” só possíveis num país ignaro, relapso e preguiçoso), sustentam-se com a maledicência que “pingue-pongueiam” entre si. Os alvos, invariavelmente, os que não os bajulam ou sustentam. São a expressão crua de um país decadente, miserável e mesquinho. Não podiam ser melhor exemplo do nosso subdesenvolvimento. Felizmente, não existem para além de Badajoz…..
António Nogueira Leite no Albergue Espanhol
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Ao Jumento
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