segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Quem diz Ferreira Leite, diz Pacheco Pereira, diz José Manuel Fernandes...
Câmara Corporativa: Ainda a “crisezinha” de Ferreira Leite: "Dominique Strauss-Kahn, director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI): “Esta crise, a mais grave de todas, deixou uma imensidão de d..."
sábado, 11 de setembro de 2010
Não Dá Jeito À Irmandade
Câmara Corporativa: Asfixia democrática - chegou o tempo da autocensur...: "O dr. Balsemão e a Igreja Católica tiveram que se juntar para mandar fazer uns sondagens mensais sobre política. Sendo as sondagens assim tã..."
Versão,Aversão,Diversão
Câmara Corporativa: O amigo da onça: "Marcelo a preparar-se para aviar mais um: ‘A solução para o PSD é rever o discurso. Penso que na próxima semana, na entrevista a Judite de ..."
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
No Jardim de Belém
Câmara Corporativa: No jardim da Celeste, giroflé, giroflá…: "A inventona de Belém foi uma coisa séria e ocorreu em duas fases, a última das quais bruscamente no Verão passado. Tivemos encontros secre..."
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O povo, meu Deus, o povo
Temos de nos socorrer dos adjetivos no substantivo povo.
A palavra tem uma carga simbólica que mata a definição. se tivessemos uma, modestamente diria que sinto pelo povo português, esse conjunto matemático onde me incluo, esse acidente geográfico onde nasci, uma atração igual à que a mim mesma dedico. Em certos dia de cinza ao espelho me digo que não prestas, nunca hás-de prestar para nada. E em certos dias de luz e azul ao espelho faço notar que está para nascer alguém melhor que eu.
Clara Ferreira Alves no seu texto integrado no livro O Que É o Povo?
A palavra tem uma carga simbólica que mata a definição. se tivessemos uma, modestamente diria que sinto pelo povo português, esse conjunto matemático onde me incluo, esse acidente geográfico onde nasci, uma atração igual à que a mim mesma dedico. Em certos dia de cinza ao espelho me digo que não prestas, nunca hás-de prestar para nada. E em certos dias de luz e azul ao espelho faço notar que está para nascer alguém melhor que eu.
Clara Ferreira Alves no seu texto integrado no livro O Que É o Povo?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (III)
A frase de Sócrates acerca do jornalismo de Moura Guedes corre o risco de ser a mais correta do ano.
Absolutamente certeiro.
Aquilo era mesmo jornalismo travestido.
Absolutamente repugnante!
Absolutamente certeiro.
Aquilo era mesmo jornalismo travestido.
Absolutamente repugnante!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (II)
Durante duas semanas cortei completamente com Portugal.
Nada de nada - notícias boas, más, intriga, calúnia, nada!
E estive num país que Portugal ignora sobranceira e superiormente.
É por isso que, muitas vezes os burgessos cá do burgo apanham grandes surpresas.
Um país com 72 milhões de habitantes, na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Um país que está a dar grande importância ao turismo.
Tudo isto fez-me lembrar a incompetência e falta da cultura de Cavaco Silva.
Então não é que veio populista e demagógicamente apelar aos portugueses que não saíssem do país para não aumentar o "deficit".
Bem disse o ministro da Economia que se os outros países com iguais dificuldades económicas fizessem o mesmo seria o descalabro para o nosso turismo.
E não vivemos uma economia aberta? E não estamos na União Europeia? E não vivemos num mundo globalizado?
O que Cavaco faz só para ser eleito de novo.
Uma vergonha se a atuação é eleitoralista.
Uma vergonha se a atuação é devida a incultura politica.
Um presidente parolo e maquiavélico!
Se a at
Nada de nada - notícias boas, más, intriga, calúnia, nada!
E estive num país que Portugal ignora sobranceira e superiormente.
É por isso que, muitas vezes os burgessos cá do burgo apanham grandes surpresas.
Um país com 72 milhões de habitantes, na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Um país que está a dar grande importância ao turismo.
Tudo isto fez-me lembrar a incompetência e falta da cultura de Cavaco Silva.
Então não é que veio populista e demagógicamente apelar aos portugueses que não saíssem do país para não aumentar o "deficit".
Bem disse o ministro da Economia que se os outros países com iguais dificuldades económicas fizessem o mesmo seria o descalabro para o nosso turismo.
E não vivemos uma economia aberta? E não estamos na União Europeia? E não vivemos num mundo globalizado?
O que Cavaco faz só para ser eleito de novo.
Uma vergonha se a atuação é eleitoralista.
Uma vergonha se a atuação é devida a incultura politica.
Um presidente parolo e maquiavélico!
Se a at
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (I)
O grupo Impresa de Balsemão passou a utilizar a nova ortographia em todalas suas publicaçoes.
Consta que a escriptora Inez Pedrosa terá solicitado ou exigido que a sua crónica semanal no Expresso continuasse a ser grafada de acordo com a grafia até aqui utilizada.
O reacionarismo tem destas coisas.
A intolerância também.
Consta que a escriptora Inez Pedrosa terá solicitado ou exigido que a sua crónica semanal no Expresso continuasse a ser grafada de acordo com a grafia até aqui utilizada.
O reacionarismo tem destas coisas.
A intolerância também.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Universidade de Cacilhas*
Na Universidade de Verão do PSD Miguel Relvas diz que Sócrates sofre do Sindroma da Bruxa Má.
É caso para dizer : Olha quem fala!
*Designação utilizada no concelho de Almada pois, nos velhos tempos, Cacilhas estava cheio de burros que transportavam pessoas e mercadorias em trânsito para Lisboa.
Manda a Tradição
...Quando a interrupção de uma tradição é maior que do que o número de anos em que é cumprida, foi a tradição que foi interrompida ou foi a interrupção que foi tradcionalizada?
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR: "Pedro Vieira: o doutor portas é que sabe, do que a gente precisava era de uma boa dose de julgamentos sumários Paulo Portas, à semelhança..."
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