domingo, 21 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
A Propósito da Cimeira (I)
O Censo Populacional do Vietnam
Se a guerra do Vietnam continuar
chegaremos a um ponto em que será fácil organizar
nesse país o censo populacional
não haverá vietnamitas para contar
E os americanos acharão que não faz mal!
Ruy Belo
Se a guerra do Vietnam continuar
chegaremos a um ponto em que será fácil organizar
nesse país o censo populacional
não haverá vietnamitas para contar
E os americanos acharão que não faz mal!
Ruy Belo
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
As Intermitências de um Vasco
Já todos sabemos que Vasco Pulido Valente é um cronista bicentenário – em cada cem crónicas há uma boa.
Enfim, lá deixa a sua prosa habitual, comatosa, para escrever um texto de jeito.
Foi o que aconteceu na última sexta-feira no Público.
Em “E assim por cá andamos” discorreu sobre um tema velho e relho mas, infelizmente ainda atual.
Como escreve Vasco “Portugal tem 308 municípios, na maioria quase sem ninguém, e 4260 freguesias, muitas, sobretudo em Lisboa e no Porto, maiores do que municípios…” e conclui o retrato da divisão administrativa do país sublinhando que “ nem um único Governo – em 155 anos – se atreveu a tocar na administração local. O mundo mudou. Portugal mudou. Só ela não muda.”
“Porquê?...Primeiro porque os partidos se alimentam dela. Os militantes que não conseguem encaixar nos ministérios…recebem a sua espórtula numa câmara qualquer ou em empresas municipais…Depois porque uma quantidade razoável de municípios se tornou uma espécie de propriedade privada de algumas “máfias”, sabiamente distribuídas pelo PS e pelo PSD. E, por fim, porque Lisboa suspeita, e suspeita bem, que o velho ódio ao Terreiro do Paço não desapareceu e, conhecendo a fraqueza do patriotismo nacional, não quer declarar guerra ao patriotismo regional…E assim, entre a miséria e a cobardia, por cá andamos.”
Em minha opinião vale sempre a pena penarmos na maior parte das crónicas de Valente para encontrarmos, de quando em vez, um naco tão saboroso.
Enfim, lá deixa a sua prosa habitual, comatosa, para escrever um texto de jeito.
Foi o que aconteceu na última sexta-feira no Público.
Em “E assim por cá andamos” discorreu sobre um tema velho e relho mas, infelizmente ainda atual.
Como escreve Vasco “Portugal tem 308 municípios, na maioria quase sem ninguém, e 4260 freguesias, muitas, sobretudo em Lisboa e no Porto, maiores do que municípios…” e conclui o retrato da divisão administrativa do país sublinhando que “ nem um único Governo – em 155 anos – se atreveu a tocar na administração local. O mundo mudou. Portugal mudou. Só ela não muda.”
“Porquê?...Primeiro porque os partidos se alimentam dela. Os militantes que não conseguem encaixar nos ministérios…recebem a sua espórtula numa câmara qualquer ou em empresas municipais…Depois porque uma quantidade razoável de municípios se tornou uma espécie de propriedade privada de algumas “máfias”, sabiamente distribuídas pelo PS e pelo PSD. E, por fim, porque Lisboa suspeita, e suspeita bem, que o velho ódio ao Terreiro do Paço não desapareceu e, conhecendo a fraqueza do patriotismo nacional, não quer declarar guerra ao patriotismo regional…E assim, entre a miséria e a cobardia, por cá andamos.”
Em minha opinião vale sempre a pena penarmos na maior parte das crónicas de Valente para encontrarmos, de quando em vez, um naco tão saboroso.
domingo, 14 de novembro de 2010
Atirar o Barro à Parede
Vamos então jogar o jogo da semana: fazer um governo de salvação nacional. O meu é melhor que o teu?
Ponto prévio: extinguir três ministérios: Agricultura, Ambiente, Cultura. A Agricultura (e, com ela, o Desenvolvimento Rural e as Pescas) passaria a integrar o ministério da Economia. O Ambiente e a Cu...ltura ficariam ao nível de secretarias de Estado na dependência do ministro da Presidência.
Isso feito, ficaria assim:
Primeiro-Ministro
José Sócrates
Ministro dos Negócios Estrangeiros
António Vitorino
Ministro da Presidência
Pedro Silva Pereira
Ministro das Finanças
António de Sousa
Ministro da Defesa Nacional
Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna
Rui Pereira
Ministro da Justiça
José Gomes Canotilho
Ministro da Economia
António Mexia
Ministro das Obras Públicas
José Luís Arnaut
Ministra do Trabalho e Solidariedade Social
Maria João Rodrigues
Ministro da Saúde
Correia de Campos
Ministro da Educação
Nuno Crato
Ministro da Ciência e Ensino Superior
Mariano Gago
Ministro dos Assuntos Parlamentares
Francisco Assis
Caras novas sublinhadas a azul. Óbvias concessões ao PSD: Finanças, Economia, Obras Públicas, Educação. Lato sensu, escolhas do agrado da esquerda moderada, dos sectores tecnocratas, da opinião dominante, do actual PR, etc. Um governo com este perfil podia descomprimir os mercados. Posse no início de Dezembro. Seis meses de teste. Se funcionasse, tanto melhor. Caso contrário, eleições em Junho de 2011. Afinal de contas, Luís Amado deu hoje o tiro de partida.
Eduardo Pitta no Da literatura
Nota de aviador : Com José Luis Arnault nas Obras Públicas (escolha de rir) os mercados seguramente ficariam descansados pois não cessariam nenhumas adjudicações nem parcerias publico-privadas.
Nem haveria tráfico de influências. Não senhor,nada disso!
Ponto prévio: extinguir três ministérios: Agricultura, Ambiente, Cultura. A Agricultura (e, com ela, o Desenvolvimento Rural e as Pescas) passaria a integrar o ministério da Economia. O Ambiente e a Cu...ltura ficariam ao nível de secretarias de Estado na dependência do ministro da Presidência.
Isso feito, ficaria assim:
Primeiro-Ministro
José Sócrates
Ministro dos Negócios Estrangeiros
António Vitorino
Ministro da Presidência
Pedro Silva Pereira
Ministro das Finanças
António de Sousa
Ministro da Defesa Nacional
Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna
Rui Pereira
Ministro da Justiça
José Gomes Canotilho
Ministro da Economia
António Mexia
Ministro das Obras Públicas
José Luís Arnaut
Ministra do Trabalho e Solidariedade Social
Maria João Rodrigues
Ministro da Saúde
Correia de Campos
Ministro da Educação
Nuno Crato
Ministro da Ciência e Ensino Superior
Mariano Gago
Ministro dos Assuntos Parlamentares
Francisco Assis
Caras novas sublinhadas a azul. Óbvias concessões ao PSD: Finanças, Economia, Obras Públicas, Educação. Lato sensu, escolhas do agrado da esquerda moderada, dos sectores tecnocratas, da opinião dominante, do actual PR, etc. Um governo com este perfil podia descomprimir os mercados. Posse no início de Dezembro. Seis meses de teste. Se funcionasse, tanto melhor. Caso contrário, eleições em Junho de 2011. Afinal de contas, Luís Amado deu hoje o tiro de partida.
Eduardo Pitta no Da literatura
Nota de aviador : Com José Luis Arnault nas Obras Públicas (escolha de rir) os mercados seguramente ficariam descansados pois não cessariam nenhumas adjudicações nem parcerias publico-privadas.
Nem haveria tráfico de influências. Não senhor,nada disso!
sábado, 13 de novembro de 2010
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