sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Falhas de Perceção
No pretensioso e cabotino inquérito da Pública quando perguntam a Maria João Avillez "Com que idade percebeu que falhou na vida?" a sofisticada jornalista respondeu: "Teria de ter percebido?".
Resposta mais sincera não poderia ter. Há muito que nós percebemos que Avillez ainda não se apercebera. Abençoada seja!
Resposta mais sincera não poderia ter. Há muito que nós percebemos que Avillez ainda não se apercebera. Abençoada seja!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Pela Boca Há-de Morrer o Peixe
Neste governo PSD/CDS há três personalidades que eu irei seguir com especial atenção e prazer -implacavelmente.
A ação de Nuno Crato, Paula Teixeira da Cruz e Francisco José Viegas será escrutinada IMPLACAVELMENTE!
A ação de Nuno Crato, Paula Teixeira da Cruz e Francisco José Viegas será escrutinada IMPLACAVELMENTE!
Carteiristas no 28
Nos últimos meses, por motivos que não vêm ao caso, tive de viajar no elétrico 28, uma grande atração turistica da cidade de Lisboa. Tive pois oportunidade de assistir a ínumeros roubos e tentativas de roubo. Só na semana passada foram dois, em dias diversos, pelo mesmo ladrão, com o mesmo boné de couro preto e malin...ha preta à tiracolo para esconder a mãozinha ladra. E o curioso é que me parece relativamente fácil identificar os ladrões, têm pinta, tanto os próprios como os ajudantes. Só a íncuria da Carris, da Polícia e/ou da Câmara de Lisboa permitem que estas coisas continuem a acontecer com frequência absolutamente inusitada e intolerável.
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
José Gil ao El Paìs
O descrédito dos políticos deve-se à promiscuidade entre a política e os negócios”.
Quando olha para o seu país não tem pruridos em dizer que vive uma situação “terrível” para a qual os resultados das recentes eleições não constituem um agravamento nem um melhoramento.
Referindo que em França se passam coisas impensáveis desde há muitos anos sublinha que “o que impera é o capitalismo global muito pouco igualitário”.
“O que não podemos é contentarmo-nos com as novas formas de capitalismo. O que diz a economia não é a única alternativa possível. Há que pensar em novas formas de trabalhar, vincular o trabalho ao indivíduo e não somente ao lucro”
Quando olha para o seu país não tem pruridos em dizer que vive uma situação “terrível” para a qual os resultados das recentes eleições não constituem um agravamento nem um melhoramento.
Referindo que em França se passam coisas impensáveis desde há muitos anos sublinha que “o que impera é o capitalismo global muito pouco igualitário”.
“O que não podemos é contentarmo-nos com as novas formas de capitalismo. O que diz a economia não é a única alternativa possível. Há que pensar em novas formas de trabalhar, vincular o trabalho ao indivíduo e não somente ao lucro”
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