quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
É Preciso È Publicidade
Fnac irrita ainda mais as redes sociais com novo slogan "Troque "Atragédia da Rua das Flores" pelo Moita Flores".
Transformação de Carvalho da Silva em "C...da Silva" mostra como as pessoas em Portugal apenas são respeitadas enquanto têm poder.
Do Inimigo Público
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A Resposta do Viegas
Também se irritou com a campanha da Fnac?
Francisco José Viegas, Pessoa com um cargo mais virtual que uma vaquinha do Farmville : Há outras campanhas de trocas que me incomodam mais. Como aquela "troque o Mega pelo Graça". E, tal como o anúncio da Fnac também tem uma brincadeira fonética, porque tem muita Graça ser o Migue Relvas a decidir tudo por mim.
Susana Romana no Inimigo Público
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Os Alternadeiros
"...Há enormes ironias nestas três cenas do CCB, do Museu Nacional de Arqueologia e do D.Maria, mas tristemente é sempre a mesma constatação: vira o disco e toca o mesmo; umas vezes com o PSD, outras com o PS, é terrível e angustiante a asfixia do espaço público e das vozes discordantes"
Augusto M. Seabra no Ípsilon do Público
sábado, 4 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Um Acordo Dito De "Concertação Social"
"As empresas passarão a definir critério para extinguir o posto de trabalho", título do Público de 19 de Janeiro. Estou a ver: a "autoridade" tão reclamada pelos arautos do passado está agora nas empresas com todo o vigor porque, na prática, é o patrão quem decide quem e quando manda embora. O facto de não existirem critérios definidos para o despedimento vai permitir toda a espécie de arbitrariedades, desde a simples dificuldade relacional à dificuldade de adaptação perante crescentes exigências patronais. Ninguém com sentido de justiça pode ficar contente com este acordo, dito de "concertação social".
Daniel Sampaio, Psiquiatra no Público
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