segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Universidade de Cacilhas*
Na Universidade de Verão do PSD Miguel Relvas diz que Sócrates sofre do Sindroma da Bruxa Má.
É caso para dizer : Olha quem fala!
*Designação utilizada no concelho de Almada pois, nos velhos tempos, Cacilhas estava cheio de burros que transportavam pessoas e mercadorias em trânsito para Lisboa.
Manda a Tradição
...Quando a interrupção de uma tradição é maior que do que o número de anos em que é cumprida, foi a tradição que foi interrompida ou foi a interrupção que foi tradcionalizada?
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR: "Pedro Vieira: o doutor portas é que sabe, do que a gente precisava era de uma boa dose de julgamentos sumários Paulo Portas, à semelhança..."
domingo, 29 de agosto de 2010
Caíu Uma Palmeira Num Comício de Jardim
Magotes, magotes de palmeirais tão aprumados e a nós vei-nos logo calhar um jardim populista e demagogo!
"É muito estranho cair uma palmeira no meio de um comício do PSD"
Alberto João Jardim
Filosofia Barata de Licenciado Pretensioso
"...O meu destino quase não dependeu de mim. Dependeu do estado do mundo e da história de Portugal.
um pequeno erro de datas teria feito de mim uma pessoa diferente. Melhor ou pior, mas concerteza diferente. Quando me apanho a exagerar a minha importância ou a minha vontade, este\facto básico consegue sempre repor a noção da minha essencial contingência. Sou um produto de forças que nunca controlei. De certa maneira, um acaso. Como nós todos."
Vasco Pulido Valente no Público, onde escreve crónicas por acaso, para, por acaso, afagar o seu ego e ganhar umas massas, não por acaso.
um pequeno erro de datas teria feito de mim uma pessoa diferente. Melhor ou pior, mas concerteza diferente. Quando me apanho a exagerar a minha importância ou a minha vontade, este\facto básico consegue sempre repor a noção da minha essencial contingência. Sou um produto de forças que nunca controlei. De certa maneira, um acaso. Como nós todos."
Vasco Pulido Valente no Público, onde escreve crónicas por acaso, para, por acaso, afagar o seu ego e ganhar umas massas, não por acaso.
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Para Quê, Um Presidente Contabilista?
Eu quero um Presidente, politicamente preparado.
Não quero um Presidente, contabilista, inculto e com mentalidade dos anos 50 do século passado.
Não quero um Presidente, contabilista, inculto e com mentalidade dos anos 50 do século passado.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Para Quê, Um Presidente Poeta?
Se é poeta ou não, não me interessa.
Desde que não seja Cavaco e reuna condições para exercer o cargo decentemente.
Basta-me isso!
Desde que não seja Cavaco e reuna condições para exercer o cargo decentemente.
Basta-me isso!
domingo, 8 de agosto de 2010
Câmara Corporativa: “Uma intolerável politização da Justiça pela mão d...
Câmara Corporativa: “Uma intolerável politização da Justiça pela mão d...: "• Zita Seabra, A Justiça e a falta de tempo: ‘O caso Freeport, que acabou de encher as páginas dos jornais e os noticiários das televisões,..."
sábado, 7 de agosto de 2010
Justiça (II)
A justiceira-mór, de baixa médica há meses, foi a banhos ao Algarve a ver se se cura.
Eu acho que não há hipótese. Aquilo é incurável!
Cartoon de António Jorge Gonçalves
Eu acho que não há hipótese. Aquilo é incurável!
Cartoon de António Jorge Gonçalves
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Câmara Corporativa: Vinte e Sete perguntas aos procuradores do Freepo...
Câmara Corporativa: Vinte e Sete perguntas aos procuradores do Freepo...: "Já agora, convém ler as perguntas que os procuradores deixaram no despacho. Todos já tivemos oportunidade de as ler nas manchetes do Sol ..."
Câmara Corporativa: “Objectivamente, esteve ao lado dos espanhóis”
Câmara Corporativa: “Objectivamente, esteve ao lado dos espanhóis”: "• Baptista-Bastos, Ele, assim, não vai longe: ‘(…) Por duas vezes, em Espanha, [Pedro Passos Coelho] reprovou, com veemência, as decisões do..."
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
E Ainda Querem Mais Flexibilidade?
Segundo o Eurostat Portugal é o terceiro país da Europa a 27 com maior taxa de contratos a prazo, logo a seguir à polónia e a Espanha.
Tenho, no entanto, a certeza de que, pelo menos no nosso país, grande parte desses contratos não realizados de acordo com o estipulado na lei.
Para que serve então ter leis relativamente protetoras dos trabalhadore quando os empregadores não as cumprem?
E o estado é o principal prevaricador.
Está visto que estes senhores "patrões" são uns inocentes!
Tenho, no entanto, a certeza de que, pelo menos no nosso país, grande parte desses contratos não realizados de acordo com o estipulado na lei.
Para que serve então ter leis relativamente protetoras dos trabalhadore quando os empregadores não as cumprem?
E o estado é o principal prevaricador.
Está visto que estes senhores "patrões" são uns inocentes!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Estratégias de Mercado
Os partidos têm destas coisas.
O PSD fez uma espécie de proposta de revisão constitucional.
Com a coisa, em geral, foi mal recebida veio o artista secretário geral dizer que tinha sido um TESTE para aferir de possibilidades de consenso.
Agora foi a vez da ministra relações públicas da Educação fazer um TESTE com a história de acabarem os "chumbos".
Noutro tempos chamavamos-lhe ATIRAR O BARRO À PAREDE!
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