terça-feira, 11 de novembro de 2008

O Regresso dos Professores - Os Amigos de Gaspar


Hoje, no Público, Miguel Gaspar, no seu estilo balofo, pronuncia-se sobre o diferendo Ministério/Professores.

Nada de novo, limita-se a cumprir à risca o livro de estilo do seu dirigista director.

Sòmente dois comentários a duas passagens do texto em questão:

A dada altura refere que os professores "velhos" estarão a ser escorraçados do ensino"para não incomodar os burocratas do Ministério da Educação". Ou seja, os próprios colegas ou eles próprios, muitos deles agora obrigados a regressar às escolas após perto de 40 anos a brincar aos pedagogos na 5 de Outubro. Não sabe Gaspar que as centenas ou milhares de requisitados que pariram o "eduquês" e o monstro burocrático/administrativo eram/são professores, dos mais "qualificados", "sindicalizados" e "interessados" ?
Evidentemente com os resultados que todos sabemos.

Mais adiante, numa de saudosismo que fica sempre bem, diz que "...vão muito longe os tempos como os de Roberto Carneiro ou Marçal Grilo em que discutir a politica educativa significava produzir uma reforma ou produzir um pensamento".

Vê-se bem pelos magnificos resultados que vamos tendo e Maria de Lurdes Rodrigues, Sócrates e o PS maldosamente têm vindo a destruir.

Miguel Gaspar pareceria rídiculo ou ignorante se a sua coluna não tresandasse a má-fé!


Quem Tem Medo do Soba Jardim?


Manuela Ferreira Leite não me surpreende. Continua igual ao que sempre foi, após ter caído a máscara de competência e seriedade - cara de pau e discurso cavernícola não chegam!

Agora o rigoroso e inconformado Cavaco não consigo entender.

Tanto alarido acerca do Estatuto Autonómico dos Açores, com a minudência de uma simples consulta à Assembleia Regional. Tanta ameaça, tanta lamúria sobre uma alegada restrição de poderes Presidenciais e agora, perante os graves acontecimentos do Parlamento Regional da Madeira fica mudo e quedo.

Já aquando da visita aquele arquipélago aceitou a "sugestão" inaceitável de Jardim de não visitar a dita Assembleia, um "bando de loucos" no linguajar do senhor da Madeira.

Já está conformista ao fim de tão poucos anos de Presidência?

Ou tem duas bitolas, uma para o PS e outra para os seus amigos do PSD?


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Alerta Expresso, Alerta Público! Alerta Não Estão!


...Desta vez, logo desta vez que ninguém sabe onde foram parar 1,2 mil milhões de euros, não há um suspeito, um só, e o mais engraçado é que nenhum jornal dá palpites. Onde páram desta vez as indómitas Cabritas e os Cerejos da vida? Os suspeitos não são do PS? É isso? Ou simples reconhecimento de que, afinal de contas, um banqueiro não é um trafulha qualquer?

Eduardo Pitta no Da Literatura (excerto final)

Mais Um, Insuspeitissimo


O terreiro do paço encheu-se de milhares de professores que protestavam contra o "preenchimento de papéis" (sic). Milhares de professores foram perder tempo porque não gostam de perder tempo com papéis. Eis um motivo, tão bom como outro qualquer, para ir passear à baixa. Como não gosto de desiludir aqui deixo algumas notas sobre a coisa:

1. Este sistema de avaliação é mau. Qualquer sistema de avaliação inter-pares é mau.
2. Este sistema de avaliação resulta directamente das negociações entre o governo e os sindicatos. O sistema original era melhor. Se este sistema é péssimo a responsabilidade é dos sindicatos que o negociaram.
3. Há um acordo assinado pelos sindicatos. Os sindicatos não querem cumprir o acordo que assinaram. Coisa que devia envergonhar todos os professores.
4. Os sindicatos continuam mais interessados em fazer política que em defender os interesses da classe. Os professores continuam mais interessados no seu umbigo que na qualidade do ensino.
5. Esta manifestação foi uma acção partidária.
6. A grande vantagem deste sistema de avaliação é o precedente da avaliação. Prefiro um mau sistema agora que uma discussão sobre bons sistemas nos próximos dez anos.
7. Quando um professor, mesmo que bem intencionado, se junta a este tipo de protestos está voluntariamente a participar numa acção partidária.

Preencher papéis é chato. Eu sei. Mas os sindicatos podem sempre sugerir que os formulários de avaliação sejam entregues na internet. Tenho a certeza que o governo aceita.


Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada

A Única Vanessa



Vanessa Redgrave em Blow-Up

domingo, 9 de novembro de 2008

A Minoria Absoluta


Ao conceito da maioria absoluta, devemos acrescentar o da minoria absoluta. O que é a minoria absoluta? É aquela em que todas as oposições, na ânsia de se colarem ao popular, tomam as mesmas posições e confundem-se umas com as outras.


Luis Paixão Martins no Lugares Comuns

Mais Estratégia....


Olhe-se bem para o modelo de avaliação em curso e veja-se se ele não poderá ser aperfeiçoado e melhorado para devolver ao professor a sua tradicional missão: transmissão de conhecimentos e formar jovens - ensinando-os a pensar.
Por outro lado, há que perceber que o Ministério da Educação é o grande departamento público do Ensino, mas hoje exige-se-lhe que seja mais um centro de negociações com sindicatos altamente politizados e ávidos de conflitualidade social, porque vivem da crise e para a crise - até para justificar a sua existência no sistema político contemporâneo.
Isto não fará dos "profes" uns "vendidos ou uns marionetes" nas mãos dos sindicatos, mas, em rigor, também não os prestigia nem valoriza. Muitos deles, certamente, gostariam de se manifestar sem enquadramentos sindicais e partidários.
Quanto à drª Maria de Lurdes, socióloga e titular da pasta da Educação, também não perdiria nada se fizesse um round pelo país-das-escolas e levasse consigo um bloco de notas (e um contentor de pionés), ao estilo do Umberto Eco.
Por regra, os blocos de notas servem para apontar notas, e nesses apontamentos, ao cabo de uma semana de tour - seguramente que Lulu teria alguns ajustamentos a fazer quando regressasse à 5 de Outubro - com o seu bloco de notas. Os pionés serviriam, ao estilo de Marçal Grilo, para pontilhar as escolas que visitou no Portugal-profundo sinalizando-as como escolas a vermelho ou a azul, conforme o estado da arte em que se encontrassem o seu estado de funcionamento e grau de satisfação da respectiva comunidade escolar.
Ofereça-se, pois, um bloco de notas e um contentor de pionés a Lulu e, de caminho, solicite-se aos profes para ligarem menos aos sindicatos e sindicalistas que apenas pensam numa coisa: escavacar o Governo - a mando do PCP e do BE - que vivem da crise e para a crise enquadrados pela política do quanto pior melhor. O que é inaceitavel.

Macro no Macroscópio

120000 A Trabalhar Para a Carreira...


...de um único. É obra!
Por este caminho a secretaria-geral da CGTP já não é suficiente!

Ainda a Estratégia da Aranha


A FENPROF a querer o descalabro do Ensino Público
Pouco interessada na qualidade do ensino em Portugal, pouco interessada na qualificação e respeito dos docentes e nada sensível ao futuro do País, a FENPROF continua a ser um excelente braço sindicalizado de um partido político. E assim se manterá até ao período eleitoral do próximo ano. Isto já foi dito pelo líder do sindicato. Propostas: zero; manifestações: quantas forem possíveis.
Se aquilo que o Governo português tem feito, de qualificar a Educação pública e com total abertura para dialogar com todos os parceiros, a FENPROF incluída, é um atentado - dizem os sindicalistas com ar de vítima, alguns dos quais sendo professores nem aulas dão! -, o que não diriam se em Portugal se implementasse a política seguida pelo Governo Berlusconi, de despedimentos e desinvestimento na Educação.
Ao fim e ao cabo, e é isso que está a suceder, a FENPROF mais não faz do que abrir o caminho a um futuro Governo de direita para privatizar, por completo, o sistema de ensino.
Será que é isso que os professores querem? Não creio!

Carlos Manuel Castro no Câmara dos Comuns

sábado, 8 de novembro de 2008

Comentário Acima de Qualquer Suspeita


Qual é a alternativa?
Manuela Ferreira Leite defendeu ontem a suspensão do modelo de avaliação dos professores. Os professores, por sua vez, realizaram hoje mais uma grande manifestação na qual apelaram também ao fim do actual modelo de avaliação. A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, foge para a frente e o PSD, por intermédio de Pedro Duarte, insiste na suspensão do modelo de avaliação.
Muito provavelmente os professores têm razão de queixa, mas a verdade é que a mensagem acaba por não passar com eficácia. Se os professores apresentassem um modelo de avaliação alternativo e credível a situação seria muito diferente. O mesmo se passa com o PSD. Não basta pedir a suspensão do modelo de avaliação. É preciso ir mais longe. Apresentar uma alternativa, estudada e detalhada. Caso contrário a inércia e o statu quo jogam a favor de José Sócrates.
P.S. — Ainda me lembro dos elogios de Aníbal Cavaco Silva à ministra da Educação. Hoje o Presidente da República ainda colocaria a sua mão por debaixo da ministra? A resposta a esta questão, naturalmente, ajudaria a perceber se nesta matéria existe ou não sintonia entre Cavaco Silva e Ferreira Leite.
Paulo Gorjão no seu blogue

Actores, mas Canastrões!


Uma no cravo, outra na ferradura
Manuel Alegre votou, na Assembleia da República, contra o Código de Trabalho. Mas garantiu que não haverias danos para a bancada do PS. Contas feitas, um voto contra de Manuel Alegre e de mais quatro deputados, com aconteceu, poderia ser um grande risco. Bastava que todos os deputados dos partidos da oposição estivessem presentes – coisa, aliás, impossível de acontecer – para que a proposta do Governo morresse. Ainda assim, Manuel Alegre não arriscou: combinou com os outros deputados que votaram contra a viabilização do projecto, utilizando uma táctica simples: se a oposição estivesse toda presente, os outros deputados, melhor deputadas, optariam pela abstenção.Assim, o deputado socialista e ex-candidato presidencial garantiu o melhor dos mundos: brilhou como gosta e não beliscou o PS e o Governo.
Emidio Fernando no Correio Preto
Não se fez ao lugar
"é preciso um presidente de câmara que tenha força, que seja um grande protagonista", diz Santana Lopes. Não é o caso de António Costa, acrescenta. "É um homem inteligente, mas não é um bom autarca. Acho que não se fez ao lugar, com todo o respeito" [Público]
Ao contrário de Santana, claro, que se faz a tudo quanto é lugar.
Rogério Costa Pereira no Jugular

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Verdade Sobre a Nacionalização do BPN


Reinaldo Rodrigues no Correio Preto
Adulterar João Abel Manta. Não se faz, Reinaldo!

Da Série Aforismos de Pastelaria

noah kalina

Adeuzinho, pá
Um dia vou ao aeroporto despedir-me da melancolia.

Nuno Costa Santos no Melancómico

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O Regulador Que Não Regula

Pois se ele tem feito toda a carreira dentro daquele "sistema"!

A Euforia do PC


Com a nacionalização do BPN o partido comunista pensa estar em 1975, no PREC.
E ao seu estilo toca de agitar as águas, directamente ou, como mais aprecia, através de estruturas aparentemente independentes.
E lá vêm as manifestações dos Sindicatos dos Professores e da Associação Nacional de Sargentos.
È certo que tanto no caso dos professores como nas forças armadas existem algumas reivindicações que merecem ser ponderadas e, eventualmente, atendidas.
Contudo nada justifica o empolamente que lhes está a ser dado e a desproporção entre estas queixas e aquilo que as associações profissionais pretendem.
Pura manipulação!

Lisboa Cidade Portuária


As cidades têm mercados e cemitérios. Aeroportos e estações. Algumas, como Lisboa, também têm portos. Isto pode parecer óbvio mas não é demais repeti-lo quando vemos as questões de ordenamento do território restringidas a uma espécie de capítulo duma revista de decoração e consensualmente instituído que para evitar polémicas a cidade deveria ser uma espécie de continuum de cafetarias, com empregados de aventais pretos, espaços ditos culturais com muitas valências e articulações multidisciplinares, quiçá multiculturais, e prédios, de preferência baixinhos...

Excerto do post de helenafmatos no Blasfémias

Vá de Metro,Satanás!


Boas Cores
uma pessoa suicidou-se na linha amarela" disse a encantadora mulher sentada na mesa do fundo do café, "felizmente que não me causou transtorno porque eu uso a linha azul".

No Bidão Vil

O Magalhães do PSD




Quem é, quem é o Magalhães do PSD?

Cai e volta a caír e nunca se parte.

Pois claro, Pedro Santana Lopes.

( ouvida no Radio Clube)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Feios, Porcos , Maus e...Negros


Diz o Roto ao Nú


Ferreira Leite diz que Sócrates não é confiável

SIC-Notícias

Feios, Porcos, Maus e Ébrios

Dar aos idosos 80 euros é um ultraje e um insulto porque eles, diabéticos, vão beber cerveja e comer doces e serão roubados pelos filhos.

Maria José Nogueira Pinto
Será isto mais um sintoma do célebre síndroma pós-prandial?
A que horas terão sido proferidas estas palavras?

Afinidades Sanguíneas


Só uma enorme surpresa impedirá que os Estados Unidos elejam o seu primeiro Presidente com sangue negro.
José Manuel Fernandes no seu Público

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O Banco do PSD - Ricos e Mal Agradecidos


A MAMA
Quem ontem ouvisse Miguel Cadilhe na televisão, e não soubesse nada do que se passa com o BPN, ficava com a impressão de que o banco da Sociedade Lusa de Negócios era um exemplo de probidade. Quando, há meses, assumiu a presidência da SLN e do Banco Português de Negócios (dois cargos distintos), Cadilhe trocou a pensão vitalícia do Millennium-BCP, que o inibia de exercer actividade bancária fora do grupo, por igual compensação a suportar pela SLN. Isto, que releva da defesa de interesses pessoais legítimos, levou muita gente a interrogar-se sobre o que levaria um homem com o seu perfil — antigo ministro das Finanças, antigo administrador do Millennium-BCP, antigo presidente da Agência Portuguesa para o Investimento, professor universitário — a “pegar” no BPN, sabendo-se o que já então se sabia, e ele melhor do que ninguém. Como disse Eduardo Dâmaso, «se um dia conhecêssemos toda a verdade sobre este banco, talvez tivéssemos uma das mais graves crises do regime. Assim o Ministério Público lá consiga chegar!» Iria Cadilhe repetir o milagre das rosas? O que se passou, afinal, foi que Cadilhe fez o que em Portugal é de uso fazer-se: foi bater à porta do Estado. Traduzindo por miúdos, pediu uma injecção de capital de 600 milhões de euros (o buraco do BPN é de 700). Cadilhe julga a sua “importância” suficiente para levar o Estado a suportar a gestão danosa que herdou de José Oliveira e Costa, o fundador da SLN/BPN, hoje em paradeiro incerto. Cadilhe queria que o Estado lá metesse o dinheiro, e ele geria. Mas, encargo por encargo, o Estado preferiu propor à Assembleia da República a «apropriação pública por via de nacionalização, em execução do disposto no artigo 83.º da Constituição [...] de todas as acções representativas do capital social do Banco Português de Negócios, S. A.» Cadilhe não gostou, tendo posto o lugar (no banco; ainda não se sabe se continua a presidir à SLN, que detém e acumula outros interesses) à disposição, figura de retórica para uma situação de facto, pois desde ontem que dois gestores nomeados pela CGD estão em funções no BPN. Não está em causa a competência profissional ou a seriedade de Cadilhe. O caso SLN/BPN ilustra a promiscuidade entre o poder político (i.e., o Estado) e a iniciativa “privada”. O fundador e patrão da SLN/BPN, José Oliveira e Costa, começou como empregado de escritório, foi mais tarde funcionário do Banco de Portugal, depois deputado do PSD e, por fim, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais — cargo em que se notabilizou pela introdução de perdões fiscais, um deles no valor de meio milhão de contos, ou seja, dois milhões e meio de euros — nos governos de Cavaco Silva. Teria chegado onde chegou sem este currículo? E as autoridades de supervisão teriam usado de igual displicência caso a gestão da SLN/BPN não estivesse nas mãos do Gotha do PSD? Enfim, a procissão ainda vai no adro.

Eduardo Pitta no Da Literatura

Ovos de Colombo


Li no expresso que se estima que uma das duas Torres que vão ser construídas por Bemiro de Azevedo integradas no complexo do Centro Comercial, precisamente aquela que está projectada para 2011, seja arrendada a uma única entidade.
É indicada a Segurança Social como um dos potenciais clientes.
Li e pasmei. Potencial cliente? Como? Porquê?
O Estado não tem edificios que sobram?Não anda a vender devolutos?
Não consigo perceber a "politica" imobiliária dum governo que prometeu racionalizar este sector.
Sei que há excesso de alugueres e muito gente a "mamar" desta teta.
Ou será a Sonae a atirar o barro à parede?

No Jornal,na Rádio ou na TV - È Tudo A Mesma Coisa


As meias verdades tendem para mentiras dobradas, ou para injustiças descaradas.
Não é por acaso que se fazem títulos sobre factos passados como se fossem actos do presente.

Inês Pedrosa no Expresso

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O PSD Quer Mais Auxílios







O Democrata Vasco Lourenço e o Síndroma Pós-Prandial


Silêncios Inadmissíveis
A asneira de quem tem uma arma na mão é maior [do que a de quem não tem], disse Vasco Lourenço (Público, 1.11.2008: 5). De facto, a asneira é profundamente democrática e não poupa ninguém. Pouco interessa se tem uma arma na mão ou no pé. Vasco Lourenço é o último artista que parece ter perdido a noção das coisas.
Como cidadão não alinho nestas chantagens ridículas de militares que, com esta conversa miserável, revelam não estar à altura das suas responsabilidades. Isto dito, não questiono que os militares tenham motivos de queixa, que isso fique bem claro. Mas não é assim, seguramente, que tudo se resolverá.
No meio disto há, para mim, silêncios inadmissíveis. Por ordem crescente de relevância: em primeiro lugar, o ministro da Defesa que ainda não foi visto nem achado; em segundo, o Presidente da República. O que é que Aníbal Cavaco Silva está à espera para criticar duramente estas manobras de chantagem?
P.S. — Ao PSD também não ficava mal uma palavra pública de repúdio. Por todas as razões e mais uma.

Paulo Gorjão no seu blogue

Disparates de um General Velho


O general Loureiro dos Santos pôs o país dos "media" em polvorosa, ao admitir que militares "jovens" , revoltados com as perdas de regalias e de estatuto social, possam fazer "disparates" graves para a democracia. Uma manifestação de tanques? Um golpe de Estado? Que não. Podem dizer umas coisas desagradáveis aos políticos, ou tomar iniciativas de "agitprop" de grande impacte. A insensibilidade do PS às questões próprias dos militares é proverbial. Não admira que estes tenham razão em algumas das queixas. Mas Loureiro dos Santos é um chefe militar.
Se houver militares, jovens ou não , a fazerem "disparate" grave para a democracia, certamente não espera, nem defenderá que fiquem impunes.


Fernando Madrinha no Expresso

domingo, 2 de novembro de 2008

Fim de Semana




Campo...Praia... um óptimo romance.
Na praia de Chesil. Ian McEwan precisou sómente de 128 páginas para fazer um grande livro.
Sem pretensões intelectuais nem vaidades Nobélicas.

Prémios Dardos


O e deste mar nomeou o mala aviada o qual, por sua vez, nomeia :