Temos de nos socorrer dos adjetivos no substantivo povo.
A palavra tem uma carga simbólica que mata a definição. se tivessemos uma, modestamente diria que sinto pelo povo português, esse conjunto matemático onde me incluo, esse acidente geográfico onde nasci, uma atração igual à que a mim mesma dedico. Em certos dia de cinza ao espelho me digo que não prestas, nunca hás-de prestar para nada. E em certos dias de luz e azul ao espelho faço notar que está para nascer alguém melhor que eu.
Clara Ferreira Alves no seu texto integrado no livro O Que É o Povo?
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (III)
A frase de Sócrates acerca do jornalismo de Moura Guedes corre o risco de ser a mais correta do ano.
Absolutamente certeiro.
Aquilo era mesmo jornalismo travestido.
Absolutamente repugnante!
Absolutamente certeiro.
Aquilo era mesmo jornalismo travestido.
Absolutamente repugnante!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (II)
Durante duas semanas cortei completamente com Portugal.
Nada de nada - notícias boas, más, intriga, calúnia, nada!
E estive num país que Portugal ignora sobranceira e superiormente.
É por isso que, muitas vezes os burgessos cá do burgo apanham grandes surpresas.
Um país com 72 milhões de habitantes, na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Um país que está a dar grande importância ao turismo.
Tudo isto fez-me lembrar a incompetência e falta da cultura de Cavaco Silva.
Então não é que veio populista e demagógicamente apelar aos portugueses que não saíssem do país para não aumentar o "deficit".
Bem disse o ministro da Economia que se os outros países com iguais dificuldades económicas fizessem o mesmo seria o descalabro para o nosso turismo.
E não vivemos uma economia aberta? E não estamos na União Europeia? E não vivemos num mundo globalizado?
O que Cavaco faz só para ser eleito de novo.
Uma vergonha se a atuação é eleitoralista.
Uma vergonha se a atuação é devida a incultura politica.
Um presidente parolo e maquiavélico!
Se a at
Nada de nada - notícias boas, más, intriga, calúnia, nada!
E estive num país que Portugal ignora sobranceira e superiormente.
É por isso que, muitas vezes os burgessos cá do burgo apanham grandes surpresas.
Um país com 72 milhões de habitantes, na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Um país que está a dar grande importância ao turismo.
Tudo isto fez-me lembrar a incompetência e falta da cultura de Cavaco Silva.
Então não é que veio populista e demagógicamente apelar aos portugueses que não saíssem do país para não aumentar o "deficit".
Bem disse o ministro da Economia que se os outros países com iguais dificuldades económicas fizessem o mesmo seria o descalabro para o nosso turismo.
E não vivemos uma economia aberta? E não estamos na União Europeia? E não vivemos num mundo globalizado?
O que Cavaco faz só para ser eleito de novo.
Uma vergonha se a atuação é eleitoralista.
Uma vergonha se a atuação é devida a incultura politica.
Um presidente parolo e maquiavélico!
Se a at
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Monólogos de Fim de Verão (I)
O grupo Impresa de Balsemão passou a utilizar a nova ortographia em todalas suas publicaçoes.
Consta que a escriptora Inez Pedrosa terá solicitado ou exigido que a sua crónica semanal no Expresso continuasse a ser grafada de acordo com a grafia até aqui utilizada.
O reacionarismo tem destas coisas.
A intolerância também.
Consta que a escriptora Inez Pedrosa terá solicitado ou exigido que a sua crónica semanal no Expresso continuasse a ser grafada de acordo com a grafia até aqui utilizada.
O reacionarismo tem destas coisas.
A intolerância também.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Universidade de Cacilhas*
Na Universidade de Verão do PSD Miguel Relvas diz que Sócrates sofre do Sindroma da Bruxa Má.
É caso para dizer : Olha quem fala!
*Designação utilizada no concelho de Almada pois, nos velhos tempos, Cacilhas estava cheio de burros que transportavam pessoas e mercadorias em trânsito para Lisboa.
Manda a Tradição
...Quando a interrupção de uma tradição é maior que do que o número de anos em que é cumprida, foi a tradição que foi interrompida ou foi a interrupção que foi tradcionalizada?
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Portugal está cheio de tradições deste género, que brotam e se desenterram por toda a parte, respeitando-se ou esquecendo-se conforme as conveniências. E à vontade do freguês. Que se há-de fazer? Nada. Esse à vontade relativista é uma espécie de liberdade - e é a nossa verdadeira tradição.
Miguel Esteves Cardoso no Público
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR
Câmara Corporativa: Um soluço à PNR: "Pedro Vieira: o doutor portas é que sabe, do que a gente precisava era de uma boa dose de julgamentos sumários Paulo Portas, à semelhança..."
domingo, 29 de agosto de 2010
Caíu Uma Palmeira Num Comício de Jardim
Magotes, magotes de palmeirais tão aprumados e a nós vei-nos logo calhar um jardim populista e demagogo!
"É muito estranho cair uma palmeira no meio de um comício do PSD"
Alberto João Jardim
Filosofia Barata de Licenciado Pretensioso
"...O meu destino quase não dependeu de mim. Dependeu do estado do mundo e da história de Portugal.
um pequeno erro de datas teria feito de mim uma pessoa diferente. Melhor ou pior, mas concerteza diferente. Quando me apanho a exagerar a minha importância ou a minha vontade, este\facto básico consegue sempre repor a noção da minha essencial contingência. Sou um produto de forças que nunca controlei. De certa maneira, um acaso. Como nós todos."
Vasco Pulido Valente no Público, onde escreve crónicas por acaso, para, por acaso, afagar o seu ego e ganhar umas massas, não por acaso.
um pequeno erro de datas teria feito de mim uma pessoa diferente. Melhor ou pior, mas concerteza diferente. Quando me apanho a exagerar a minha importância ou a minha vontade, este\facto básico consegue sempre repor a noção da minha essencial contingência. Sou um produto de forças que nunca controlei. De certa maneira, um acaso. Como nós todos."
Vasco Pulido Valente no Público, onde escreve crónicas por acaso, para, por acaso, afagar o seu ego e ganhar umas massas, não por acaso.
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
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