sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O Público ARRASA
Grande inteligência e forte capacidade de investigação foi hoje demonstrada, caso isso fosse necessário, pelo diário de Belmiro.
A "cacha" da primeira página da edição impressa é um prodígio.
Descobriram, sei lá como, que o PSD só espera pelo momento oportuno para apresentar uma moção de censura ao governo.
Fiquei varado com tal descoberta e com o discernimento da redação do Público.
Realmente o Público ARRASA:
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
No Capitalismo Realmente Existente
As vozes e os interesses dos mais pobres contam pouco na política norte-americana (...) os grandes ganhadores de todo o tipo de ‘inovações financeiras’ nas últimas três décadas não foram os pobres (nem as classes médias), mas indivíduos já muito bem pagos (...) O ajustamento à crise foi transferido pa...ra o resto da sociedade, particularmente para os que têm menos formação e menos remuneração, que agora perderam as suas casas, postos de trabalho e a esperança para os seus filhos. Estas pessoas não causaram a crise, mas estão a pagá-la.
Simon Johnson, MIT, ex-economista-chefe do FMI
João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas (excerto)
Simon Johnson, MIT, ex-economista-chefe do FMI
João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas (excerto)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A Varina Mágica
O grupo Impresa, de Francisco Balsemão, militante número um do PSD, tem por hábito fazer a promoção disfarçada tanto dos seus ideais politico-ideológicos como das “estrelas” do grupo. Fá-lo em todo o tipo das suas publicações tanto as promovendo no jornal da região, para atingir a classe média/baixa, como no Expresso para efeitos na classe média/alta.
Foi o que aconteceu esta semana com a recém-chegada à Sic, a famigerada Júlia Pinheiro.
Ficámos então a saber que a senhora é uma mulher “resolvida”, “assumida”e outras “-idas” do género.
É curioso que Júlia pretendeu passar sobre si uma ideia que há muito eu partilho – ela não vive nem aprecia grande parte daquelas situações, ela representa e apresenta aquelas banalidades porque é isso que os patrões lhe pedem, para isso lhes pagam (e bem), porque dão audiências.
Uns chamar-lhe-ão profissional, outros mercenária.
Foi o que aconteceu esta semana com a recém-chegada à Sic, a famigerada Júlia Pinheiro.
Ficámos então a saber que a senhora é uma mulher “resolvida”, “assumida”e outras “-idas” do género.
É curioso que Júlia pretendeu passar sobre si uma ideia que há muito eu partilho – ela não vive nem aprecia grande parte daquelas situações, ela representa e apresenta aquelas banalidades porque é isso que os patrões lhe pedem, para isso lhes pagam (e bem), porque dão audiências.
Uns chamar-lhe-ão profissional, outros mercenária.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Deolinda: a geração que (não) é parva
sound + vision: Deolinda: a geração que (não) é parva: "1. Mesmo para os que se sentem distantes das canções dos Deolinda, o seu impacto — dir-se-ia de fenómeno de culto — é assaz interessante. C..."
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A Ladroagem dos Privados
Câmara Corporativa: Estado de distracção: "• Fernanda Câncio, Estado de distracção: ‘Pena que este estudo chegue tarde ao debate que tem ocorrido sobre os contratos de associação (que..."
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
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