quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Teatro da Cornucópia


De 27 de Setembro a 4 de Novembro

Duelo por duelo


Antes este....do mundial de rugby

O "duelo" Mendes vs Menezes


Podemos ficar descansados. Com estes homens o país irá mudar para melhor a partir de 2009.
Conversa da treta!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Os pequenos ditadores


O artigo de ontem de Helena Matos no Publico é pena ter tido por leitmotiv o caso mais mediático dos ultimos quatro meses. Na realidade é mais uma famosa a debruçar-se sobre o tema.

Só que desta vez veio a terreno não politicamente correcto, e muito bem. Ainda bem que o fez.

Felicito-a por deixar a intriga politico-partidária e vir tratar de assuntos que podem contribir para a melhoria qualitativa da nossa "cultura".

Isto a propósito da relação com os nossos filhos e daquilo que é suposto ser o comportamento correcto. Helena Matos refere que, com a educação politicamente correcta destes tempos as crianças "tornam-se nuns tiranetes momentanamente insuportaveis e os pais aflingem-se, não tanto pelo destempero dos filhos, mas por aquilo que os outros possam pensar".

Ao ler esta coluna lembrei-me do livro "O Pequeno Ditador" de Javier Urra publicado há tempos pela Esfera dos Livros onde se afirma que "existem casos de filhos que batem nos pais. Crianças mimadas, sem limites, a quem tudo se consente, que organizam a vida familiar, dão ordens aos pais, chantageiam quem as tenta controlar. Crianças que se tornam jovens agressivos, que enganam, ridicularizam os maiores, que não hesitam em roubar a carteira da mãe. Adolescentes que desenvolvem condutas violentas e marginais. Em suma, filhos que impõem a sua própria lei.

....É preciso educar no respeito e afecto, transmitir valores, falar com as crianças, ouvi-las, ensiná-las a aceitar as frustações, impor limites e exercer a autoridade sem medo".

A chamada responsabilidade paternal não poder ser um chavão a esgrimir como tantos outros em conversas de circunstância.

Não é fácil amar os nossos filhos.

Salazarinha Nogueira Pinto


O titulo é tão bem apanhado* que substitui o original que seria Fora da Baixa-Chiado ( IV ).

Atendendo á categoria da sua assessora de imprensa é muito natural que a dra. tenha boa imagem e boa imprensa. Oportunamente vai-se promovendo e divulgando o seu "pensamento".
E nós pensamos e promovemos o que julgamos seram os cenários por onde a "dra. que gosta de mandar" intriga neste momento:


a) Declarando-se salazarista, achincalhar o PS, o qual ao aceitar a sra. no gabinete da Baixa-Chiado se descaracteriza e desvaloriza ainda mais aos olhos do BE, do PC e de Helena Roseta.

Já agora gostava que me explicassem como é que funções tão absorventes podem exercer-se a tempo parcial. Ou isto é tudo para "inglês" ver, Dr. António Costa?


b) Maria José já tem por aí algum "tacho" onde ganha mais, faz menos e/ou não tem tanta responsabilidade e também já se terá dado conta que a Baixa-Chiado é um atoleiro donde poderia não sair incólume apesar da sua habilidade para armar em vitima e zarpar airosamente.È muito mais interessante fazer "power-points" e depois dar o salto.



* Titulo escandalosamente roubado ao artigo de hoje do Rui Tavares no Publico

Cartoon escandalosamente roubado ao Pedro Vieira no seu blog Irmão Lucia

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Pavões de novo


Desta vez trata-se de um bicho todo ufano por ir carpinteirar ao fim-de-semana no Correio da Manhã. Por sinal até acho os seus posts interessantes. Não havia necessidade de tanto salamaleque para "épater" a blogosfera.

Há longo tempo já tinha ouvido que o sr. para além do mais tem dotes adivinhatórios.

Terá previsto, ainda antes do 25 de Abril, que um dia iria ser ministro dos negócios estrangeiros. E não é que foi mesmo?

Decididamente somos um país pavoneante - à direita, á esquerda e ao centro.

O Teatro dos Media

Aqui há uns anos, quando os Fura dels Baus ainda não estavam na moda, assisti a um espectáculo, MTM, num armazém no Poço do Bispo.
Os espectadores entravam num espaço enorme, vazio. Entretanto os actores começaram, uns a construir um enorme muro, outros filmavam. O que era filmado passava ( ? ) em enormes écrans disseminados nas paredes. Às tantas formaram-se dois grupos de espectadores, um de cada lado do dito muro. Cada grupo pensava ver nos écrans o que se passava no outro lado. Pensava, mas era pura mistificação. Isto, salvo erro nos anos oitenta. Terminava, se não me engano, com o aparecimento da palavra MERDA nos mediáticos écrans. Já nessa altura tudo não passava do "abjecto estado a que chegou a cultura democrática do Ocidente" como bem diz VPV. Não podemos dizer que não fomos avisados.

Fora da Baixa - Chiado ( III )


Quem na realidade deve ficar fora da Baixa-Chiado deverá ser Zézinha aquela que no dizer de Vasco Pulido Valente é apenas "uma dra. que aprecia mandar" e avança referindo que a dra. "gostava de ver a Baixa como no bom tempo do Dr.Salazar, cuidadosamente aggiornata pelo bom gosto europeu". Longe vão os tempos em que ia ás compras, com a mamã e as manas, de eléctrico, do palacete, no Campo Grande, até à Baixa. Cito de memória velhas crónicas cabotino/delicodoces da mana Maria João. Velhos e saudosos tempos!

domingo, 16 de setembro de 2007

A Fina-Flor no Entulho

vasco no Publico

Alexandra Lucas Coelho

Daniel Oliveira

Fernando Madrinha ( o demagogo do Texas)

Henrique Monteiro

José Pacheco Pereira

Vasco Pulido Valente


Depois dos jornalistas de sargeta, o caso mais mediático dos últimos quatro meses subiu aos jornalistas de "referência" os quais se apressam a dar um cunho sério e cientifico ao caso . Eles, a quem não falta assunto para as suas crónicas, resolveram vir esclarecer as massas.


O apelo irresistivél da sargeta.


"O abjecto estado a que chegou a cultura democrática do Ocidente" como bem observou Vasco Pulido Valente num dos seus raros momentos de autocritica.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Duplo Oportunismo


Como esta causa é nossa, pelo menos daqueles que pugnam por um estado laico, digo e repito com Vital Moreira : OPORTUNISMO POLITICO.
Pensando bem estamos em Resende, em pleno Cavaquistão. O Sr. Prior pode lá estar, não encomendado pelo Governo mas pelas forças vivas locais, habituadas a estas coisas desde a longa noite, não tendo ainda tempo para reciclagens e grandes mudanças. De qualquer modo choca-me ver Sócrates a benzer-se. Não me lembro de ver Cavaco nestes "preparos", só a comer bolo rei.
De qualquer modo para o jornal Publico que plantou a foto de má fé na primeira página vai o OPORTUNISMO JORNALISTICO. O 24 horas e D.Manuela Moura Guedes não fariam melhor.

Fora da Baixa-Chiado ! ( II )


Retirado do "Arrastão". Não resisti...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Intolerância Zero


Fora da Baixa-Chiado !


Os negros corvos, um dos símbolos da cidade de Lisboa, também deverão ser erradicados?


Já bastam as brancas gaivotas !

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Os Escritores e a Nossa Vida




Pelo menos estes três marcaram-me de uma forma acentuada nos períodos em que os li.

Aos 20 anos, Carlos de Oliveira de "Pequenos Burgueses" mas também de "Casa na Duna" e "Uma Abelha na Chuva".

Aos 25 anos, Augusto Abelaira de "Bolor" mas também de "Enseada Amena" e "A Cidade da Flores" .
Aos 30 anos, António Lobo Antunes de "Os Cus de Judas" mas também de "Memória de Elefante" e "Explicação dos Pássaros".

O sniper das avenidas ou a frustração dum enorme ego


Decididamente nada faz parar Eduardo Cintra Torres. Continua a sua saga de bater na Entidade Reguladora da Comunicação Social e na RTP. Poderia fazê-lo de um modo educado, em suma,democrático. Mas não é capaz. É arrogante,acintoso, mal educado.

Há ali qualquer problema mal resolvido.

É desconfortavel lê-lo ou vê-lo como eu vi, aqui há tempos, num Clube de Jornalistas da RTP 2.

Aquele canal é uma pedra no sapato do autodenominado "critico e investigador". È que estes cartões de visita assustam qualquer um. E ficamos logo em sentido a acreditar no que o homem diz.

Bem diz Estrela Serrano, um dos seus habituais bombos de festa,que ele "invocando várias funções ( do critico ao académico), serve-se de todas elas para, com a honestidade intelectual que se vê, buscar, em exclusivo,interesses próprios, nunca declarados.

De facto, ECT não é sequer um critico.É um sniper. Com a coragem correspondente."

Realmente tudo leva a crer que, neste já longo folhetim, estamos mesmo em presença de um caso de pura e simples defesa de interesses próprios. Uma vergonha com a cobertura de amigos bem posicionados na comunicação social.

Oh Laurinda....!


Miguel Vale de Almeida em Os tempos que correm alerta-nos para mais uma pérola da conhecida "jornalista", iluminante e inspiradora,como todas,aliás. Ver também aqui e ali

domingo, 9 de setembro de 2007

Fila na S.Caetano


Consta que Luis Filipe Meneses terá dito que as élites do PSD que agoram o atacam fariam fila na S. Caetano caso ele saísse vencedor das directas. Presumo que a fila seria para o cumprimentar.

Ou seria para mendigar um lugar em futuro governo presidido pelo ilustre presidente da Câmara Municipal de Gaia- a cidade que ele tranformou de suburbio terceiro mundista em metrópole cosmopolita?

Tenho bons motivos para acreditar no que Meneses teria dito . Estes elitistas têm estado sempre com todos os poderes e são, conjuntamente com as simétricas élites do PS, os responsáveis pelo estado em que estamos.

No entanto alguns, travestidos de comentadores, ficaram escandalizados com o discurso do candidato pois eles nunca estiveram em filas na S.Caetano.

Verdade....verdadinha.

No tempo destes senhores a sede do PSD era na Buenos Aires!





P.S. As formas verbais utilizadas neste Post são uma homenagem ao semanário Expresso - fiel à mesma forma verbal há mais de trinta anos.

E vai dormir assim....


noah kalina

Com um terrivél dilema.....Somague ou CS ?

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Ela hoje acordou assim....

noah kalina


Indecisa.... Mendes ou Meneses ?

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

À consideração da Sra. Ministra


Para os meninos terem dentes sãos e ideias luminosas sugere-se patrocinador para aulas de higiene.

Os "Cereals Killers"


Quem liga ao que se passa em S.Bento?
Discutem-se "fait-divers" laterais com grande aparato e não se vê uma discussão séria sobre os transgénicos.
Sobre estes PS,PSD e CDS assobiam para o lado, dadas as responsabilidades governamentais que têm tido.
O PC provavelmente para "salvaguardar postos de trabalho" no seu couto alentejano.
Tudo isto com o execrável tratamento por V.Excia.
Quem liga ao que se passa em S.Bento?

Regresso e Memórias ( Epílogo )






















quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Regresso e Memórias ( VIII )


"A Síndrome portuguesa do Chapeleiro Louco", escrito por José Vitor Malheiros no Publico, toca em aspectos fundamentais das nossas organizações quer sejam publicas quer privadas.
Infelizmente esta síndrome não é exclusivamente potuguesa. Quem conhece algumas multinacionais sabe que aí se passa exactamente o mesmo. Gostaria de deixar aqui alguns excertos para quem não teve a possibilidade de ler o interessante artigo. Tenho pena que, designadamente aqui, na blogosfera, ela não tenha sido alvo de discussão. È muito mau sinal quando só nos interessamos pela pequena intriga partidária.

"Em Portugal é tudo tão urgente que não há tempo para planear ( o planeamento é considerado
nos meios tecnocratas, na prática, como uma desculpa para não agir) , nem para discutir ( a discussão é também considerada nos meios tecnocráticos como uma desculpa para não agir, para mais com laivos de esquerdismo, e é substituida com vantagem por "focus groups") e muito menos para reflectir ( a reflexão é também considerada nos meios tecnocratas como uma desculpa para não agir e é substituida com vantagem por "brain stormings"de um dia "num hotel").
Em Portugal a regra é excepção e a excepção a regra e os gestores adoram viver neste regime de excepção, de "reestruturação" constante, de urgência permanente, de truques em vez de técnica, de jeitos em vez de procedimentos, de desenrascanços em vez de normas, de empurrões e solavancos em vez de fluidez, porque isso lhes dá a justificação para todos os abusos e a desculpa para todos os fracassos... Este clima de urgência evita, por outro lado , que se reflicta alguma vez no facto de que a situação critica em que a empresa se encontra , essa mesma "urgência", é fruto de uma série de jogadas anteriores, igualmente apressadas e igualmente irreflectidas. Por outras palavras : a "solução urgente" de hoje gera inevitavelmente os "problemas urgentes" de amanhã.
Todos os Verões ( e este não foi excepção) sei de amigos e conhecidos, quadros de empresas, que são obrigados a anular as férias marcadas há meses, a adiá-las, encurtá-las, entremeá-las de reuniões e "projectos", devido a "urgências" na empresa , trabalhos que afinal é preciso entregar mais cedo , "reestruturações" que têm de ser feitas em meia dúzia de dias , transformando num nó de "stress" um período que deveria ser retemperador. Estas perniciosas "urgências" têm a sua razão de ser , que não se resume à incompetência generalizada das organizações. Elas servem para transmitir aos chefes dos chefes uma falsa ideia de actividade, para mascarar as pequenas tiranias dos capatazes a quem hoje chamamos gestores, para impor soluções sem dar tempo para as discutir e para garantir a impunidade quando chega a hora dos resultados...assim os modernos capatazes vêem os seus prémios subir quando conseguem transmitir a ilusão de agitação nas sua unidades , por pífio que seja o resultado.
A situação não revela apenas desrespeito pelos direitos dos trabalhadores ( ainda se poderá falar de direitos sem ser acusado de "sabotar a economia", para usar uma expressão cara ao tempo de Estaline?), ela revela como muita empresas realizam a sua aposta "no capital humano": não como a promoção e bem-estar dos seus trabalhadores e da suas capacidades de inovação, mas como a mera exploração sem limites do seu trabalho."
Certeirissima reflexão. Posso testemunhá-lo eu, que vivi situações absolutamente idênticas a quanto retratado por José Vitor Malheiros.
Tudo isto podia e devia ser discutido pela tão apregoada "sociedade civil", as CIP's e os Compromissos Portugal, se lhes sobrasse tempo da intriga lobiana pró ou contra os governos e da promoção dos seus dirigentes.
E também as revistas e programas de "economia e gestão" deveriam tratar estas questões caso não se revissem unicamente nos epifenómenos e nos engravatamentos enfatuados dos seus autores.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Regresso e Memórias ( VII )

Pedro Vieira

"Cereal killers" e outros assassínios


Afinal a "intervenção" dos famigerados "verde-eufémios" sempre teve o mérito de trazer à discussão publica o tema dos transgénicos.


Tema pertinente que levanta, pelos vistos, mais dúvidas que certezas e do qual nem as luminárias blogosféricas nem os "irrequietos" jornalistas se tinha lembrado de trazer à discussão.

Tal como ninguém se tinha lembrado da bagunça que ia pela "noite" !


Tal como ninguém se tinha lembrado das novas "licenciaturas"e do seu fraco nivél !


Afinal a culpa é sempre dos outros, do Estado, deles, o governo de turno.
Somos todos uns inocentes, nós e os nossos maiores, não nos comprometam - Não falamos, não vemos, não ouvimos !

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Regresso e Memórias ( VI )


O Director do Museu Nacional de Arqueologia, Luis Raposo, escreveu no Publico um artigo intitulado "Museus nacionais e o caso Dalila Rodrigues : os pontos nos is".
Para além das guerras de números e outra tricas, às quais Dalila já deu resposta um pouco tímida, quero recordar um excerto que me parece ilustrar muito bem tudo o que se passou e que eu,que não faço parte do "meio", claramente intuí ( ver aqui e ali ) : "Concedo apenas uma dimensão em que Dalila Rodrigues consegue fazer melhor que todos nós: a sedução dos jornais, dos pseudo-VIP... e as festanças do tipo "olé-olé" ( segundo a expressão de Vicente Jorge Silva) que promoveu, numa parasitagem dos acervos que eu me recuso a favorecer desenfreadamente, porque não vivo obcecado por cair nas boas graças do "movida" nocturna e dos "media" , nem considero que nos museus se deva viver um clima de vale-tudo, em ordem à atracção de frequentadores, que nem sequer são visitantes em muitos casos".

Pois é isso mesmo. O importante é depois ter "boa imprensa" e "amigos" que nos apoiem e que, populista e manipuladoramente, promovam "espontâneas" manifestações de apoio.

Independentemente da competência técnica há muita outras competências que contam para fazer um bom gestor.

Manifestamente não foi o caso de Dalila nem de Pinamonti.

Foi pena! Não havia necessidade.

Regresso e Memórias ( V )


Legenda do Publico : "Mendes Bota afirmou-se como one man show, entusiasmando a plateia"
Comentário de Vasco Pulido Valente no mesmo jornal "...A escola de Santana está viva e convencida que o barulho e a brutalidade acabam sempre por ganhar o dia..."
Pois é... Bota,Santana, Meneses,Jardim e tantos outros ficam tão bem no PSD e o PSD "profundo" também fica tão bem neles. È o que se chama sintonia com as bases!
Que vivam felizes para sempre....na oposição!

Regresso e Memórias ( IV )


Os Artiguinhos Deprimentes

" A princesa do povo" deVasco Pulido Valente

Como Anthony Giddens e Peter Singer, também Vasco se sentiu na obrigação de escrever sobre Diana e a realeza britânica. Nada de original! Nada de "profundo"! Atenção revistas cor-de-rosa, temos homem!

" Milho para os abutres" de Vasco Graça Moura

Sempre que escreve politica, este senhor descamba para a demagogia, a falsidade e outras pesporrências. Um nojo!

Isto parece ser caso para dizer FORÇA,FORÇA, companheiros VASCOS !

Regresso e Memórias ( III )

Vasco no Publico - O dia e a noite no Porto!

Regresso e Memórias ( II )


António Jorge Gonçalves e os cartoons do Inimigo Publico : Palavras para quê?

Regresso e Memórias ( I )


"...Porque uma primeira frase é sempre uma decisão, um corte no silêncio, no não-dito, naquilo que existe de acomodatício na soma de rasuras e interdições de que somos feitos. É por isso, no sentido mais preciso do termo,um risco"
Eduardo Prado Coelho em "Diálogos sobre a fé"