sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Vacas
A ausência de referência à gaffe de Marcelo pode ainda dever-se ao estatuto de “vaca sagrada” conquistado pelo professor, a quem os media recorrem com frequência para comentar os assuntos mais variados, não desejando, por isso, criticá-lo.
Estrela Serrano (Excerto)
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Ditosos Filhos Que Tal Pátria Têm
Esta semana dedico-me a um homem muito injustamente atacado. Tido por tolo, palhaço, ou mesmo anti-democrático, não parece ser qualquer daquelas coisas, embora possa ser uma delas.
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim, nascido do casamento de Marceliana do Patrocínio com Alberto Jardim a 4 de Fevereiro de 1943, é um jurista português a quem a vida empurrou para a política. A sua preparação jurídica ficou atestada pelos mais de dez anos que passou a cursar Direito em Coimbra, tendo em comum com os pilotos das linhas aéreas para o Japão o facto de ser de “longo curso”. Como militar, nos tempos da guerra colonial, mostrou especial bravura e dedicação à pátria como oficial de acção psicológica no Funchal e em Lisboa. Embora não se possa afirmar que sofra de stresse pós-traumático de guerra, alguma coisa, por certo, há de ter nesse foro psicológico.
…Como o grande Camões já previa na estrofe que dedica à Madeira (Canto V), também Alberto João é “mais célebre por nome que por fama”, uma vez que é quase certo ter muito mais proveito do que a fama que tem tido.
Comendador Marques de Correia no Expresso
terça-feira, 31 de julho de 2012
Encostados A Um Canto
…É quando Pedro Ferraz da Costa diz, com aquele ar
perpetuamente zangado e enjoado com o mundo, que é preciso acabar com 100 000
ou 200 000 empregos na função pública, sem problema nenhum, porque o Estado vai
continuar a funcionar na mesma. É que não é análise, é desejo. É quando se
defende um mundo que funcione para as “empresas” – uma abstracção funcional
porque o que eles querem dizer é outra coisa – sem ter que emperrar porque há
leis, direito e direitos, instituições e eleições, interesses outros que não os
das classes “certas”. Quando esse discurso, bruto e sem ambiguidades, veio ao
de cima com a decisão do Tribunal Constitucional, percebemos bem a raiva.
No meio disto tudo, Passos Coelho fornece outro produto,
mais à sua dimensão de executante, mas que também transporta alguma desta
raiva. É quando Passos Coelho diz que “não estamos a exigir de mais”, como se
fosse pouco o que se está a “exigir” e ainda não levaram em cima com a dose
toda .É quando avança com mais uma comparação moral que mostra o imaginário
onde estamos metidos; não podemos correr o risco de nos cruzar com os nossos
credores “nos bons restaurantes e boas lojas”. É mesmo isso que os portugueses
andaram a fazer nos últimos anos, a comprar malas Vuitton e sapatos Jimmy Choo!
Passos dizia que as pessoas “simples” percebiam isto, porque
de facto para ele as coisas são assim simples. Então como é que nos devemos
“cruzar com os nossos credores”? De alpergatas, vestidos de chita, trabalhando
dez horas por um salário de miséria? É que não é preciso andar muito tempo para
trás para ter sido assim. Ainda há quem se lembre. Deve ser por isso que é
preciso “ajustar”…
José Pacheco Pereira no Público
segunda-feira, 30 de julho de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
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